1961: O Ano Horrível de Salazar
Editor:
Temas e Debates, junho de 2011 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
SINOPSE
O que significou o ano de 1961 na vida de um regime político que governou Portugal cerca de meio século? O que pode ter um ano de tão especial que dele se faça História? O que terá acontecido de tão marcante e decisivo? A resposta é: quase tudo! Num só ano, começa uma guerra em Angola; a Índia ocupa as possessões portuguesas de Goa, Damão e Diu e abre a primeira brecha no império colonial português; desenrola-se uma tentativa de golpe de Estado; um navio de passageiros, o Santa Maria, é assaltado e ocupado durante duas semanas; um avião da TAP é desviado; no último dia do ano, uma tentativa de assalto a um quartel por membros da oposição ao regime resulta na morte de um membro do governo. A generalidade dos portugueses tomava contacto com os acontecimentos através do filtro da Censura. Vigorava o Estado de proibição. Os portugueses sabiam apenas aquilo que o regime queria que e quando se soubesse.
Feito o balanço, 1961 foi, sem dúvida, o ano de pior memória para Salazar. Eis a crónica desses dias, a partir da imprensa da época, recordados meio século depois.
Feito o balanço, 1961 foi, sem dúvida, o ano de pior memória para Salazar. Eis a crónica desses dias, a partir da imprensa da época, recordados meio século depois.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896441524 |
| Editor: | Temas e Debates |
| Data de Lançamento: | junho de 2011 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 237 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 248 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789896441524 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Essencial
Guilherme Branco
Obra essencial para entender melhor o ano de todas as batalhas contra a liderança de Salazar. Esta obra auxilia o leitor a melhor compreender as reações do Presidente do Concelho numa conjuntura adversa onde praticamente todas as forças opositoras, nacionais e internacionais, decidem atacar a liderença portuguesa.
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