1808
SINOPSE
Livro recomendado para a Formação de Adultos como sugestão de leitura.
Nunca algo semelhante tinha acontecido na história de Portugal ou de qualquer outro país europeu. Em tempos de guerra, reis e rainhas eram destronados ou obrigados a refugiarem-se em territórios alheios, mas nenhum deles foi tão longe quanto o príncipe regente D. João, forçado a cruzar um oceano com toda a família real portuguesa para viver e reinar do outro lado do mundo, enquanto as tropas do imperador francês Napoleão Bonaparte marchavam sobre Lisboa. Milhares de pessoas o acompanharam na viagem. Foram cem dias entre o céu e o mar, em navios improvisados, abarrotados, infestados de pragas e piolhos, sem conforto algum. Ao chegar ao Brasil, D. João determinou, entre outras medidas, a abertura dos portos, fundou escolas, mandou construir estradas e fábricas, autorizou a publicação de livros e jornais, incentivou a ciência e as artes. Ao regressar a Portugal, em 1821, deixava para trás um país transformado e pronto para a Independência.
Edição revista e ampliada.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
1808, 1822 e 1889: três datas marcantes que retratam a História do Portugal que está no Brasil.
TVI
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-04717-5 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | abril de 2015 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 152 x 235 x 22 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 328 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História do Brasil
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| EAN: | 978972004717511 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Um livro necessário e fantástico
Sara T.
Este é um livro fantástico e absolutamente necessário. Os Portugueses precisam de ler mais sobre o Brasil pela perspetiva de uma pessoa brasileira. O autor escreveu de forma muito equilibrada entre ensaio jornalístico e romance. O livro diverte do início ao fim e traz a perspetiva de colonizadores portugueses que se tornaram brasileiros e muitos viajantes estrangeiros que tinham uma perspetiva sem viés. Os portugueses que ainda recusam pensar na era dos Descobrimentos como uma época em que Portugal trouxe sofrimento para muitos lugares do mundo, e em destaque para o Brasil, não irão gostar de muitas das opiniões não-portuguesas expressadas. Este livro e os restantes da mesma "coleção" são extremamente necessários para todos os Portugueses que queiram estar mais informados sobre o efeito real da colonização do Brasil, que ainda são sentidos no Brasil dos dias de hoje.
Péssimo
NM
Livro escrito na forma de romance histórico, de leitura fácil e aprazível. Historiografia Zero. Crítica histórica Zero. Os factos são apresentado numa síntese da bibliografia mais ultrapassada sobre o tema, incluindo todos os pretensos "historiadores" românticos e republicanos, detractores da monarquia, ou da portugalidade brasileira. Aliás, o autor é Jornalista e não Historiador, pelo que o conceito de crítica historiográfica lhe deva ser estranho. É ridícula a sua pretensão de "devolver seus protagonistas à dimensão mais correta possível dos papéis que desempenharam duzentos anos atrás.” O seu trabalho é 90% baseado em fontes secundárias muito posteriores, antagonistas da monarquia e não em fontes primárias. A época em apreço (que os governos brasileiros da república quiseram esquecer) carece de um enorme trabalho de investigação da documentação coeva. Continua a embarcar na anacrónico tratamento caricatural e ridicularização da pessoa e da corte de D. João VI, que era uma das mais ricas e cultas da Europa, com base em boatos, maledicências e factos improvados. Um contributo para Lusofobia brasileira enraizada pela República.