14 Cartas ao Papa

de Padre Mário de Oliveira
Editor: Seda Publicações, março de 2016 ‧
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O papa, como hoje o conhecemos, existe, sobretudo, a partir do século IV, com Constantino, imperador de Roma. Continua a ser ele o paradigma de cada papa de turno. O mesmo que convocou e financiou os Concílios de Niceia e Constantinopla, dos quais resultou o Credo que ainda hoje continua a ser mecanicamente recitado nas missas de domingo, sem que ninguém dos poucos que ainda o fazem, bispos e párocos incluídos, saiba o que está a dizer. Estas 14 Cartas ainda esperam por resposta que pode muito bem acontecer, agora, com a sua publicação-divulgação em Livro. Saibam que tudo o que nelas é dito está em saudável e fecunda sintonia com a Fé e a Teologia de Jesus Nazaré, o filho de Maria, sem dúvida, o grande desconhecido dos povos das nações, depois destes dois mil anos de cristianismo. É preciso lê-las para crer. E crer, para mudarmos, finalmente, de ser, de fé, de teologia, de Deus que nunca ninguém viu. Acolham estas Cartas e divulguem-nas. Porque o Terceiro Milénio renuncia de vez ao cristianismo e passa a ser, plena e integralmente HUMANO, ao jeito de Jesus, ou simplesmente não será!

14 Cartas ao Papa

de Padre Mário de Oliveira

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898735294
Editor: Seda Publicações
Data de Lançamento: março de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 238 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Estudos Teológicos
EAN: 9789898735294

LIvro único e muito interessante

José Francisco

Livro pleno de humanidade de um seguidor das pr´ticas políticas maieuticas de Jesus, o carpinteiro, camponês de Nazaré. Este livro foi enviado ao Papa Francisco, e entregue em mão ao Senhor Núncio Apostólico em Lisboa. Já saiu no Jornal de Notícias, Diário de Notícias, Correio da Manhã, TVI e Baião Canal. Livro a não perder de leitura muito fácil. Não o temos que o ler seguido, podemos escolher o capítulo que quisermos. Já saiu a 2ª Edição. Esta obra foi editada sob a chancela da Editora Seda Publicações, de Jorge Castelo Branco.

SOBRE O AUTOR

Padre Mário de Oliveira

É mais conhecido por Padre Mário da Lixa. E, como quem faz jus ao nome que se lhe colou ao corpo, decidiu, em Fevereiro de 2004, fixar de novo residência em Macieira da Lixa, freguesia do concelho de Felgueiras onde, antes de Abril de 1974, foi pároco e, nessa qualidade, foi duas vezes preso pela PIDE e outras tantas julgado no Tribunal Plenário do Porto. Porém, neste seu regresso a Macieira da Lixa, já não tem nada a ver com a paróquia. Vive sem qualquer privilégio eclesiástico, numa casinha alugada no lugar da Maçorra, na proximidade física de companheiras e de companheiros cristãos de base, com quem partilha a vida, os bens e a missão de Evangelizar os pobres e os povos.
Tem mais de vinte livros publicados, todos fecundamente polémicos ao tempo em que foram editados, com destaque para Chicote no Templo (Afrontamento, 1973), Mas à Africa, Senhores, Por que lhes Dais Tantas Dores (Campo das Letras, 1997), Fátima Nunca Mais (Campo das Letras, 1999), Nem Adão e Eva, Nem Pecado Original (Campo das Letras, 2000), Que Fazer com esta Igreja (Campo das Letras, 2001), Em Memória Delas. Livro de mulheres (Campo das Letras, 2002), E Deus disse: do que eu gosto é de política, não de religião (Campo das Letras, 2002), Com Farpas. Mas com Ternura (Ausência, 2003), Ouvistes o Que Foi Dito aos Antigos. Eu, Porém, Digo-vos (Campo das Letras, 2004), Canto(s) nas Margens (Ausência, 2005) e O Outro Evangelho Segundo Jesus Cristo (Campo das Letras, 2005).

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