«Bonecos para o povo»
João Abel Manta, artista revolucionário
Editor:
Tinta da China, dezembro de 2025 ‧
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SINOPSE
O primeiro grande estudo da "obra em revolução" de João Abel Manta, reunindo a mais vasta amostra de um trabalho gráfico vivo, que é também o símbolo de uma época.
"Cinco da manhã. Deram-me logo o alarme, liguei o rádio e pus-me à escuta. (…) Fiquei tão entusiasmado que nunca mais parei — comecei, nesse mesmo dia, a fazer tantos bonecos que até sobravam para o dia seguinte!" — João Abel Manta
Em abril de 1974, João Abel Manta já tinha feito uma revolução no cartoon nacional. No ano e meio que se seguiu, juntou essa revolução nas folhas de jornal à que corria pelas ruas, onde o seu cartaz MFA, Povo se tornou num símbolo desses dias.
Passado o tempo das utopias, ainda regressou para nos lembrar os anos de Salazar e avisar da importância de combater esse fantasma — combate que começara ainda na adolescência.
Essa obra em revolução — uma das mais importantes do século XX português — continua viva e tem aqui o seu primeiro estudo.
João Abel Manta nasceu em Lisboa, em 1928, filho dos pintores Abel Manta e Clementina Carneiro de Moura Manta. Foi arquiteto, desenhador, gravador, ilustrador de livros, cartoonista, cenógrafo e figurinista de teatro, criador de painéis de azulejos e tapeçarias, designer de selos, moedas e cartazes, e pintor. Expôs em Portugal e no estrangeiro — em São Paulo, Lugano, Madrid, Medellín, Tóquio, Leipzig, Berlim e Londres, onde chegou a viver e trabalhar. Foi duas vezes premiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.
De 1969 a 1979, foi o mais importante cartoonista português em três jornais de referência — sem cobrar um centavo. Tem obra pública de azulejaria e calçada portuguesa em Lisboa e Coimbra. Desde 1982, dedica-se quase exclusivamente à pintura.
"Cinco da manhã. Deram-me logo o alarme, liguei o rádio e pus-me à escuta. (…) Fiquei tão entusiasmado que nunca mais parei — comecei, nesse mesmo dia, a fazer tantos bonecos que até sobravam para o dia seguinte!" — João Abel Manta
Em abril de 1974, João Abel Manta já tinha feito uma revolução no cartoon nacional. No ano e meio que se seguiu, juntou essa revolução nas folhas de jornal à que corria pelas ruas, onde o seu cartaz MFA, Povo se tornou num símbolo desses dias.
Passado o tempo das utopias, ainda regressou para nos lembrar os anos de Salazar e avisar da importância de combater esse fantasma — combate que começara ainda na adolescência.
Essa obra em revolução — uma das mais importantes do século XX português — continua viva e tem aqui o seu primeiro estudo.
João Abel Manta nasceu em Lisboa, em 1928, filho dos pintores Abel Manta e Clementina Carneiro de Moura Manta. Foi arquiteto, desenhador, gravador, ilustrador de livros, cartoonista, cenógrafo e figurinista de teatro, criador de painéis de azulejos e tapeçarias, designer de selos, moedas e cartazes, e pintor. Expôs em Portugal e no estrangeiro — em São Paulo, Lugano, Madrid, Medellín, Tóquio, Leipzig, Berlim e Londres, onde chegou a viver e trabalhar. Foi duas vezes premiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.
De 1969 a 1979, foi o mais importante cartoonista português em três jornais de referência — sem cobrar um centavo. Tem obra pública de azulejaria e calçada portuguesa em Lisboa e Coimbra. Desde 1982, dedica-se quase exclusivamente à pintura.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896719852 |
| Editor: | Tinta da China |
| Data de Lançamento: | dezembro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 173 x 243 x 26 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 424 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Design e Ilustração
|
| EAN: | 9789896719852 |
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