We Have Never Been Modern

by Bruno Latour
language: english
Publisher: Harvard University Press, October of 1993 ‧
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With the rise of science, we moderns believe, the world changed irrevocably, separating us forever from our primitive, premodern ancestors. But if we were to let go of this fond conviction, Bruno Latour asks, what would the world look like? His book, an anthropology of science, shows us how much of modernity is actually a matter of faith.

We Have Never Been Modern

by Bruno Latour

Property Description
ISBN: 9780674948396
Publisher: Harvard University Press
Release Date: October of 1993
Language: English
Dimensions: 152 x 228 x 11 mm
Cover: Softcover
Pages: 168
Format: Book
Categories: Books in English > History > General History
Books in English > Social Sciences and Humanities > Sociology
Books in English > Others
EAN: 9780674948396

ABOUT THE AUTHOR

Bruno Latour

Bruno Latour (1947-2022) foi um filósofo, sociólogo e antropólogo francês, conhecido pelos seus estudos de ciência, tecnologia e sociedade; propôs uma "antropologia simétrica" da modernidade de modo a aproximar metodologicamente etnografias realizadas em sociedades ditas tradicionais e aquelas empreendidas em locais de produção científica, como os laboratórios. Latour propôs também uma descrição simétrica dos modos de ação de seres humanos e não humanos na composição do mundo – o que o tornou um reconhecido pensador ecológico. Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica (1991) apresenta uma abordagem etnográfica das práticas científicas que permite o autor formular críticas aos divisores natureza e cultura, indivíduo e sociedade, sujeito e objeto, racionalidade e poder, ciência e sociedade – fundamentais para o pensamento moderno oficial. Porém, a etnografia nos recintos de produção científica revela como essas oposições não se sustentam nas suas práticas quotidianas, o que Latour caracteriza como "o carácter oficioso" da modernidade. Neste seu conhecido manifesto, defendeu que a antropologia poderia dissolver a cisão entre os "modernos" e os "outros" ao voltar-se para o "centro", aos locais onde a autoridade, a verdade e os fatos científicos são geridos.

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