10% OFF

Três Homens num Barco

by Jerome K. Jerome
Book eBook
Publisher: Alma dos Livros, November of 2016 ‧
15,95€
10% OFF CARD
IN STOCK -
A vida, às vezes, pode ser aborrecida. Férias precisam-se. Três amigos (e um cão) decidem fazer uma viagem ao longo do rio. Depois de uma preparação atribulada, embarcam numa jornada que se transforma num acontecimento ímpar nas suas vidas. O pequeno barco transforma-se no epicentro de uma série de aventuras e peripécias inusitadas, tão absurdas como caricatas, reunindo uma variedade de temas improváveis como sátira social, filosofia e humor numa descrição absolutamente feliz e conseguida da natureza humana. Um livro bem-humorado e divertido, que faz o elogio da vida ao ar livre, da vida boémia, da amizade e dos afetos, da busca do sentido da vida, das férias de verão intermináveis e da suave memória dos tempos já idos.

Apesar de contar uma história na qual está tudo continuamente a dar errado, este livro narra uma viagem incrível e divertidíssima e transforma-se num autêntico manual de autoajuda literária que nunca esqueceremos e que todos deveriam ler. Três Homens num Barco foi considerado recentemente, pelo jornal The Guardian, um dos 25 melhores romances de sempre, e um dos 20 livros mais divertidos alguma vez escritos, pela revista Esquire.
20220715-novidade-exels-andrea-piacquadio-640X426.jpg

Ler a rir

Há quem olhe para o riso com alguma desconfiança, vendo nele uma distração do que realmente importa. Mesmo nos livros, essa suspeita persiste. É muito comum considerar-se que uma narrativa a que é atribuída uma forte carga de gravidade e sobriedade é naturalmente mais relevante do que uma marcada pela leveza do humor. No entanto, o humor na literatura é uma forma particularmente lúcida de ver o mundo. Um olhar capaz de detetar o absurdo com nitidez e de reconhecer a falha humana transforma uma história num espelho retorcido, capaz de refletir, com ironia e clareza, as contradições, fragilidades e pequenas verdades do mundo.
Em cada um destes livros encontramos diferentes laivos de humor que vão do absurdo cósmico à ironia filosófica, da sátira mordaz à observação do quotidiano e ao nonsense irreverente, revelando diversas maneiras de olhar o mundo e a condição humana. À Boleia pela Galáxia, de Douglas Adams Em À Boleia pela Galáxia, de Douglas Adams, a Terra é destruída logo nas primeiras páginas, e ninguém parece particularmente perturbado com o assunto. O apocalipse surge como um contratempo administrativo num universo em que os formulários têm mais poder do que os deuses. Adams transforma o colapso planetário em rotina, como se o fim do mundo fosse apenas mais um erro de papelada cósmica. A genialidade da obra está em dar lógica ao disparate e em converter o absurdo num sistema perfeitamente funcional. O humor britânico, seco, meticuloso e deliciosamente insensato, percorre toda a narrativa, e qualquer comparação a Monty Python é legítima, já que o autor colaborou com o grupo britânico na escrita de alguns dos seus sketches. Num livro em que o sentido da vida se resume a um número, torna-se evidente que a ironia de Adams não está na resposta, mas no absurdo da própria pergunta. O escritor ri-se da nossa necessidade de ordem e sugere que o cosmos é uma sucessão impecável, e implacável, de acasos. Rir, aqui, é a forma mais sensata de existir diante do inefável. COMPRO NA WOOK! » Jacques, o Fatalista de Denis Diderot Séculos antes de Douglas Adams, Diderot já fazia do riso a sua forma mais séria de pensar. Em Jacques, o Fatalista, o narrador interrompe-se, contradiz-se e conversa com o leitor como quem desafia o próprio conceito de romance. A história avança aos solavancos, cheia de desvios e atalhos, como uma viagem que não quer chegar ao fim. Jacques, um criado com aptidões para filósofo, discute com o seu amo, um idiota, o acaso e o livre-arbítrio, e as suas conversas soam a comédia e a meditação em partes iguais. Diderot desmonta o enredo, exibe as costuras da ficção e diverte-se com o próprio ato de narrar. Confunde as fronteiras entre quem escreve, quem narra e quem lê, num movimento constante de inversões e surpresas. O humor nasce da liberdade e do prazer em subverter a ordem narrativa e em rir da ideia de destino. Todo o texto é atravessado por uma ironia quase científica, como se Diderot quisesse provar que pensar é também uma forma de brincar. O riso torna-se filosofia aplicada, uma maneira de questionar sem chegar a uma conclusão. COMPRO NA WOOK! » Catch-22, Joseph Heller Em Catch-22, Joseph Heller transforma a guerra no cenário perfeito para explorar o absurdo. O Artigo 22, inventado pelo autor e em torno do qual grande parte da história se desenrola, determina que um piloto pode ser dispensado de voar se alegar insanidade, mas o simples ato de o fazer é prova de sanidade e por isso deve continuar a voar. Este artigo é, por isso, uma armadilha perfeita, um paradoxo legal criado para que a guerra possa continuar indefinidamente. Heller transforma o conflito armado num mecanismo de loucura institucional, onde o raciocínio se torna um labirinto e a linguagem se dobra sobre si própria até ao delírio. A sua comédia é amarga, feita de repetições e de personagens presas numa engrenagem que se move sozinha. Num mundo regido por regras difíceis de compreender, a crítica social feita ao longo do livro, aliada ao humor ácido do escritor norteamericano, lembra-nos de que, às vezes, a melhor forma de lidar com o caos é rir dele. COMPRO NA WOOK! » O Assassinato de Roger Ackroyd, de Agatha Christie Mário-Henrique Leiria escrevia como quem acende uma luz na penumbra. Cercado pela ditadura, fez do surrealismo e do nonsense um código secreto e transformou o humor em ato de resistência. Nos Contos do Gin-Tonic, o absurdo é refúgio e a ironia uma forma de lucidez possível. Em histórias muito breves, muitas delas não têm mais do que uma página, desfilam peixes falantes, senhoras que se evaporam e cidades que se dobram sobre si mesmas. Nada obedece à lógica, mas tudo ganha um estranho sentido. O gin-tónico do título não é apenas uma bebida, é metáfora da própria escrita: leve, espirituosa e com um travo de amargura que não se dilui. Cada conto é um brinde à imaginação e à recusa da obediência, e o humor que os atravessa, entre o absurdo e a coragem de rir perante a ameaça, guarda uma melancolia que só a liberdade reconhece. COMPRO NA WOOK! » Três Homens num Barco, de Jerome K. Jerome Jerome K. Jerome via na banalidade do quotidiano uma fonte inesgotável de situações cómicas. Em Três Homens num Barco, três amigos decidem navegar pelo Tâmisa e acabam por se perder entre bagagens, tempestades imaginárias e discussões inúteis sobre quem sabe remar melhor. Nada de grandioso acontece e, ainda assim, tudo é memorável. O humor nasce da observação minuciosa, dessa capacidade de transformar o trivial em espetáculo. Jerome ri-se da hipocondria, da preguiça, da vaidade e da amizade, mas sem crueldade. O seu riso é paciente e terno, quase cúmplice. Ao longo do livro, reconhecemo-nos nos desastres domésticos e nas pequenas impaciências que pontuam a viagem destes três homens e percebemos que ser ridículo faz parte da nossa natureza. A leveza da história esconde uma sabedoria tranquila, a de que a vida, vista com suficiente atenção, é sempre ligeiramente disparatada. COMPRO NA WOOK! »

Três Homens num Barco

by Jerome K. Jerome

Property Description
ISBN: 9789899970519
Publisher: Alma dos Livros
Release Date: November of 2016
Language: Portuguese
Dimensions: 155 x 240 x 14 mm
Cover: Softcover
Pages: 224
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789899970519

Adorei este livro

Ricardo Oliveira

É um dos livros da minha Vida! Super divertido, bem escrito e lê-se sem conseguir parar.

O humor britânico no seu melhor

Carlos Monteiro Pereira

Informação importante: Se estiver a pensar ler este livro nos transportes públicos assegure-se que tem espaço suficiente para, em caso de emergência, enfiar a cabeça entre o seu banco e o banco da frente para que os outros passageiros não o vejam a rir como um idiota. Já experimentei e resultou!

Maravilha da literatura!

Rita Rocha

Dos melhores livros que li ultimamente! Senti-me constantemente numa aventura enquanto soltava gargalhadas com estes três amigos e o cão. O Jerome é um excelente escritor e eu tenho pena de não ter descoberto mais cedo esta obra. Super recomendo!

Super divertido!

Andreia M.

Uma leitura totalmente diferente de tudo o que já li! Simplesmente divertido e cheio de humor! Muito bom!

Gargalhadas através dos tempos!

Um Blog entre Bibliotecas.pt

(...)...Este livro arrancou-me muitas gargalhadas, daquelas que até nos causam lágrimas no canto dos olhos, são crónicas cheias de humor, com reflexões algo filosóficas muito apropriadas e inteligentes, e uma coisa que apreciei é que certas reflexões e pensamentos vitorianos ainda se adaptam perfeitamente aos dias de hoje!...(...)

Um dos melhores livros de sempre

Manuel Ferraz

Divertido, bem escrito, sincero, fantástico. Daqueles livros que todos (e não só os homens) devem ler uma vez na vida. Recomendo!

Que ingenuidade tão divertida!

Rita Oliveira

Quem disse que a literatura light é necessária para criar leitores? Depois do último livro que li, acredito que novos leitores podem ser criados de muitas outras formas, até mesmo através de um pequeno livrinho publicado no final do século XIX e que é tudo menos aborrecido e desactualizado. Em “Três homens num barco (já para não falar do cão)”, publicado em 1889, Jerome K. Jerome descreve uma viagem de barco a remos pelo Tamisa durante 15 dias, levada a cabo por três amigos (inspirada numa viagem que o próprio tinha feito com a mulher uns tempos antes). As peripécias em que os três dandies se envolvem são muitas e cómicas, as situações que recordam são surreais, a ingenuidade que demonstram é extremamente engraçada. Já para não falar da escrita de J. K. J., leve, com frases curtas e tantas expressões do dia a dia. Na época do seu lançamento, o livro foi um sucesso, tendo o tráfego no Tamisa aumentado cerca de 50 por cento no ano seguinte. Nos seus primeiros vinte anos de vida, este título vendeu um milhão de exemplares. Para mim, ainda hoje tem um enorme potencial, acho que o recomendarei a quem me apareça à frente a dizer que não gosta de ler. É quase impossível não gostar.

ABOUT THE AUTHOR

Jerome K. Jerome

Nasceu em Walsall, em 1859, e era o filho mais novo de quatro irmãos. Deixou a escola aos 14 anos e trabalhou como jornalista, ator, professor e vendedor. Em 1885, publicou o seu primeiro livro, Dentro e Fora do Palco, ao qual se seguiram numerosos livros, peças de teatro e artigos em revistas e jornais. Em 1892, em conjunto com alguns amigos, fundou uma revista mensal ilustrada que ganhou a reputação de ser bem-humorada e divertida. Quando a revista faliu, Jerome virou-se para o teatro e tornou-se conhecido como dramaturgo. Adorava a Natureza, os barcos e os rios. Era um homem descontraído, cortês, e foi um impulsionador incansável de novas ideias e experiências. Viajou por toda a Europa, foi um dos pioneiros do esqui nos Alpes e visitou a Rússia e a América várias vezes. Foi um escritor prolífico e a sua obra é vasta e está traduzida em diversos idiomas; porém, o próprio Jerome disse: «É como autor de Três Homens num Barco que o público persiste em recordar-me». Os três homens são inspirados nele próprio (Jerome K. Jerome) e em dois amigos da vida real, George Wingrave (que se tornaria gerente sénior do Barclays Bank) e Carl Hentschel (fundador de uma tipografia, o Harris do livro), com quem Jerome fez diversas viagens de barco. Morreu em 1927, um ano depois de escrever a sua autobiografia A Minha Vida e os Meus Tempos e de ser condecorado pelas autoridades da sua terra natal.

(see more)

BY THE AUTHOR

PEOPLE WHO BOUGHT ALSO BOUGHT