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Sinais Inquietantes do Nosso Tempo

by Carlos Frayão
Publisher: Letras Lavadas, April of 2025 ‧
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«Esta obra de Carlos Frayão é constituída por um vasto conjunto de Crónicas publicadas no jornal Incentivo, da Horta, entre os finais de 2020 e os finais de 2024.
É importante sublinhar ser muito oportuna a edição deste Livro, que, sendo uma coletânea de Crónicas, não deixa de ser, realmente, uma obra escrita durante quatro anos e que usa os temas de cada momento como pretexto para análise da realidade muito difícil que o Mundo e todas as suas parcelas hoje vivem.
Aquilo que de fundamental quero transmitir aos leitores deste Sinais Inquietantes do Nosso Tempo é que, lendo os textos deste livro, não só encontramos respostas a questões que nos preocupam, como, principalmente, somos verdadeiramente convidados a reflectir com profundidade sobre os temas tratados.»
José Decq Mota in "Prefácio" (adaptado)

Sinais Inquietantes do Nosso Tempo

by Carlos Frayão

Property Description
ISBN: 9789897355950
Publisher: Letras Lavadas
Release Date: April of 2025
Language: Portuguese
Dimensions: 162 x 232 x 18 mm
Cover: Softcover
Pages: 256
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Chronicles
EAN: 9789897355950

ABOUT THE AUTHOR

Carlos Frayão

Nasceu em 14.06.1948 no Faial, na cidade da Horta, cujo Liceu frequentou, após o que rumou a Coimbra, onde se matriculou na Faculdade de Direito. Durante parte da sua vida de estudante universitário residiu na Real República Corsários das Ilhas, integrou a primeira Direcção da Cooperativa Académica de Consumo Clepsidra e foi Presidente da Direcção do Coro Misto da Universidade de Coimbra. Foi um dos 49 dirigentes do movimento estudantil que, por terem desempenhado um papel destacado na Crise Académica de Coimbra de 1969, foram compulsivamente incorporados no Exército entre outubro de 1969 e abril de 1970.
Em 1970 foi eleito Presidente da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra. Aderiu, também em 1970, ao Partido Comunista Português (PCP), organização então ilegal, tendo sido preso, em fevereiro de 1971, pela PIDE, que o sujeitou, nos interrogatórios, à tortura do sono, o encarcerou na Prisão Política de Caxias durante três meses, findos os quais o libertou mediante o pagamento de uma caução. Entre 1971 e 1973 foi membro da Redação da Revista "Vértice" e do seu Secretariado. Foi membro da Comissão Nacional do III Congresso da Oposição Democrática, que se realizou em abril de 1973, em Aveiro.
Quando, em 25 de Abril de 1974, se deram o levantamento militar, o subsequente levantamento popular e a revolução que derrubaram o fascismo, era aluno do 4º Ano do Curso de Direito e pertencia ao Comité Local de Coimbra do PCP, o organismo que dirigia, clandestinamente, a atividade do Partido na cidade de Coimbra. Interrompeu então o Curso de Direito para se dedicar, a tempo inteiro, ao trabalho político, no âmbito do qual integrou, ao longo de 18 anos, diversos organismos de direção partidária, entre os quais a Direção da Organização Regional das Ilhas Adjacentes do PCP, a Direcção Regional das Beiras do PCP, o Comité Central do PCP e a Comissão Política e a Comissão Executiva Nacional do Comité Central do PCP. Tendo retomado os estudos universitários, licenciou-se em Direito e exerceu, a partir de 1994, a advocacia, em Coimbra. Foi também docente universitário nos anos letivos de 1995/96 a 2001/2002. Em dezembro de 2012 regressou ao Faial, onde, desde então, vive e se mantém cívica e politicamente ativo.

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