O Sentido do Fim
SYNOPSIS
O Sentido do Fim, o mais recente romance de Julian Barnes e livro recém-galardoado com o Man Booker Prize 2011 - é a história de um homem que se confronta com o seu passado mutável. Com marcas da literatura inglesa clássica - na apreciação do júri que o distinguiu - O Sentido do Fim constrói, com grande delicadeza e precisão, uma trama tensa, forte, e revela a mestria de um dos maiores escritores dos nossos tempos.
PRESS REVIEWS
«A escrita de Barnes – com as suas frases perfeitas, por vezes a raiar o sublime – faz deste livro uma obra-prima.»
José Mário Silva, Expresso
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789725649893 |
| Publisher: | Quetzal Editores |
| Release Date: | November of 2011 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 150 x 234 x 10 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 160 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Fiction
>
Romance
|
| EAN: | 9789725649893 |
| Recommended Minimum Age: | Not applicable |
REVIEWS
o Sentido da Memória
Pedro Azeredo Alves
Romance sobre o acto de lembrar e o nosso (muito humano) talento para compor o passado até ele ficar apresentável. Barnes escreve de tal modo que, se começarmos a sublinhar as frases singulares, acabamos a riscar folha sim, folha sim. O problema (ou a piada) é perceber, a meio, que algumas das suas manias de memória não nos são assim tão estranhas.
Magnífico
Ana T
Não tenho palavras para descrever o quanto adorei este livro. Barnes tem uma capacidade incrível para criar narrativas. A sua escrita merece ser lida e contemplada com todo o tempo do mundo, não fosse ela belíssima. Tenho que escolher o próximo :)
Que Portento de Livro!
AllbyMyShelves
Nesta história de Tony Webster, o nosso narrador protagonista, temos duas partes da sua história. A da sua juventude/entrada na idade adulta e a da sua meia-idade, ligadas por outras duas personagens absolutamente preponderantes na sua vida, ainda que "ausentes" durante 40 anos. Com o relato de Tony, percebemos a riqueza e os truques da memória, de como esta é intrincada e nem sempre confiável, e como por vezes a moldamos à imagem que queremos fazer de nós mesmos, da nossa história e de como o nosso carácter se revela ao longo da nossa vida. Aqui está aquele que para mim é, à data, o melhor livro que li neste ano. 150 páginas. Dir-se-ia que é um pequeno livro... eu digo que é um Portento de livro. Que maravilha de livro! Já tinha expectativas bastante elevadas, muito também por reviews que fui vendo. Foram completamente concretizadas. Foi a minha estreia com Julian Barnes e escusado será dizer que vou querer ler outras obras deste autor.
Um dos melhores livros que já li.
Isabel Lourenço
Amei este livro. Faz-nos questionar a nossa própria perceção dos acontecimentos da nossa vida. Um exercício de memória e compreensão do que foram os acontecimentos mais marcantes da no nossa vida e se com quem as partilhámos, vê esses acontecimentos da mesma forma.
Leitura recomendada
Ana Rato
Uma deliciosa novela, no tema e na escrita.
Viciante
Telma Faria
Adorei a leitura, a cada página a vontade de jamais parar até ao fim!
As traições da memória para a nossa história
Carlos Faria
Uma escrita maravilhosa e clara para demonstrar como construímos sobre nós uma imagem positiva face ao que de facto fomos capazes de ter sido, mas quando confrontados com os documentos da nossa história há que reconhecer a verdade e a dor que semeámos naqueles que admirámos e suportar as consequências. Um dos livros mais belos que li nos últimos tempos
Viver mais uma vez
Sophia
À medida que se olha para trás no tempo, parece que nos dá uma vontade de reviver, refazer, re-sonhar, reconquistar... Um olhar, sobre aquilo que foi a vida, e aquilo que ainda pode ser!
Escreveremos sempre o mesmo livro?
Maria Teresa Meireles
Depois de «Nada a Temer», Barnes tem vindo a repetir a sua maior obsessão (a Morte) ao longo dos seus livros, com algumas variantes apenas. Este seu sentido do fim é mais uma busca de sentido do princípio e dos múltiplos meios de se chegar algures, não sabemos onde.
...perdido que foi o principio.
Pedro Ramos de Carvalho
O Man Booker prize continua a dar-nos excelentes indicações, melhores quiça do que o Nobel, sobre quem ler. Uma escrita cativante colocando constantemente questões pertinentes e que nos levam a questionar as nossas próprias memórias. O fim - não feliz como se refere noutro comentário. começa a ser demasidamente corrente, como se os escritores tivessem medo, hoje em dia, de ser optimistas.
Balanço
Vitor Lopes
Abordando, com mestria e desassombro, o tema da passagem do tempo e o seu efeito no observador, objecto passivo dessa inexorabilidade, "O Sentido do Fim" abre caminho à reflexão sobre as nossas escolhas e sua irreversibilidade, com tudo o que isso implica de consolo ou remorso tardios. Num estilo despretensioso, quase desleixado na coloquialidade, por vezes despudorada, Julian Barnes, na pele de omnipresente narrador, procura, obstinadamente, a remissão pela via do arrependimento, pelo pouco que uma vida mediana, balizada pela fidelidade à sua zona de conforto e pela aversão ao risco e ao desconhecido, lhe granjeou; pela tentativa de reparação de danos que um viver, mesmo que discreto e insosso, pode acabar por semear; pela tentativa última de refazer laços, num entusiasmo juvenil que, por tardio, acabará tão desajeitado e inconsequente quanto o fora o temporão. Muitas pontas soltas por onde seguir a reflexão deste pensador de idade mediana que eu sou.
O sentido (inesperado) do fim
António da Silva Pinheiro
Este livro cola-nos às suas páginas. A trama desenrola-se de uma forma que não deixamos de querer ver como tudo acaba. E que final surpreendente. Final feliz? Não creio. Mas ainda assim um final que reflete o título do livro. O "man" Julian Barnes mereceu bem o "Booker".
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Na Praia de Chesil10%Gradiva12,11€ 10% CARTÃO