O Passeio
Publisher:
Antígona, June of 2026 ‧
see product details
12,60€
10% OFF
VlRkWFVuVkVhVWQyTDBaQllXZG5hMnBMVFdGeldsUnBTek5FVDI1Nll6bHlMMEU0V1dSWk5uSTNUVWxwY0dsb09EaGhhbEJ4WWtWRmNXSklaRU56VmxOdGFVY3JOMFpRYXpOWFJGSTFWVlZXY1VNdlR5c3JVR0pIVDBoNlVVUklVMkZKU2todE1VOHlXR3QyV0ZkNFUxQnNVVU56V1V4WVVsSXhhREZLTlVKWmFFSlRZVlIyVW5kRFlYVlRNekE0VW5wcWIwZE9ibmRJV2xKRFJsUlhRM2huVmtRMFZqZE9jbEY1VkVSVVJYZ3paR0kzV0hkWGJEUkxUMjFoYUdGT01tWmhaM1pPZWtSVFZtZFdlR1Z1VWl0TVpuUlhPRXhPUnk5dVl6aE5jM3BFY25WdWVUbGtRbmRpY21KcFkxbDJSSFJyZEcwemJFUm5kMnhqWm5GS09YQjJjR3h6U2xGNGRGaDZhMEZZYVhWTlZsVXpia2hPY1RCTmIxZzRRV0ZGTUVKMFNDOTRiU3RHUmpOa1ZuWjFUV05uY1c5cFkyNHdaRFZQVm5kaFRVTkRUM1IzV1ROamRtSTRXUzkzWWpSbWJUQnBlV1JoUmpkTGIycHdhbVJxVm10dmIzWkpjbTl6V21scFFVNURXREpoWVc1RVFXSTJkbUZwWkU1d2FERjZOa3Q1VVZoMWJXNVhVbkpIY0U5bmJucElNWEkzYTNsM2FYWllURmRGVG1aRmJqQjRZek5EV1dkNFluVlpSM2x5Tkc5SldtRk9Va2xyUW5ORmNIRkVNSEppWVc1S2RVVllRVXBTSzNoUWVHUXlhbUpMUVhKSmVVZFJjalJ0ZERGYVltUkhPREphVFRBeVZWSllMMnhNU1ZKVFdUa3dWMDFYWjFVMldFWTVaRzUzVkdoU2NFaGtLMUZYVUhwU2IxbEtNak5USzJ0MWFHSlRkMU5tUVVWT2NXRXJTbVZZVFVsSFJETmlORVoyY1Vwa1Uyc3lPREUzTkRsSGIxWjFTRGgyUmtjMWNsSm9VQzl6TW1sVlJqUllUREJPWVd0NFFUMDk6QzVlWEx4c0dWMFVpdEtyUGcyS1BtZz09
SYNOPSIS
Passear é algo que tenho imperativamente de fazer, para me revigorar e para preservar a ligação com o mundo vivo, sem a sensação do qual não seria já capaz de escrever metade de uma letra que fosse, nem compor o mais ínfimo poema em verso ou em prosa.
Na longa tradição de filósofos e escritores caminhantes - de Thoreau a Virginia Woolf, passando por Nietzsche e Rimbaud -, para Robert Walser escrever e caminhar eram tão vitais como o ar que respirava.
O Passeio (1917) é um elogio da deriva, nos antípodas das pragmáticas deslocações em linha recta entre pontos num mapa. Ao deambular na cidade e no campo, o autor arrasta os leitores para um sinuoso percurso que oscila entre reflexões sobre a paisagem bucólica e as ameaças de tudo o que nela «imprime uma marca de egoísmo, ganância, de um embrutecimento miserável e completamente descarado da alma».
É na minuciosa atenção a tudo o que o rodeia, numa subversiva poética do pequeno, que se constrói esta obra-prima da narrativa breve de Walser, admirada por Kafka, W. G. Sebald e Susan Sontag.
Na longa tradição de filósofos e escritores caminhantes - de Thoreau a Virginia Woolf, passando por Nietzsche e Rimbaud -, para Robert Walser escrever e caminhar eram tão vitais como o ar que respirava.
O Passeio (1917) é um elogio da deriva, nos antípodas das pragmáticas deslocações em linha recta entre pontos num mapa. Ao deambular na cidade e no campo, o autor arrasta os leitores para um sinuoso percurso que oscila entre reflexões sobre a paisagem bucólica e as ameaças de tudo o que nela «imprime uma marca de egoísmo, ganância, de um embrutecimento miserável e completamente descarado da alma».
É na minuciosa atenção a tudo o que o rodeia, numa subversiva poética do pequeno, que se constrói esta obra-prima da narrativa breve de Walser, admirada por Kafka, W. G. Sebald e Susan Sontag.
REVIEWS
«Uma literatura de subtilezas, de um humor que faz da ingenuidade uma sabedoria.»
Gonçalo M. Tavares
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789726084952 |
| Publisher: | Antígona |
| Release Date: | June of 2026 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 135 x 212 x 8 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 112 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Fiction
>
Romance
|
| EAN: | 9789726084952 |