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O Fantasma de Canterville

by Oscar Wilde
Publisher: Book Cover Editora, October of 2022 ‧
4,95€
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Quando um casal americano, Mr. e Mrs. Otis, e os seus quatro filhos se mudam para Canterville Chase, o seu anterior ocupante Lord Canterville avisa-os de que o fantasma do seu antepassado ainda assombra a casa. A sua descrença é rapidamente abalada pelo som noturno de correntes nos corredores e pelo aparecimento de misteriosas manchas de sangue na sala de estar.

O fantasma esforça-se por intimidar as suas novas vítimas, uma vez que elas contrariam o seu comportamento macabro com pragmatismo tipicamente transatlântico, oferecendo óleo para as suas correntes e limpando as manchas de sangue com detergente. Abalado com a perda da sua capacidade de assustar, é consolado por Virginia, a filha dos Otis, que se dispõe a conhecer a trágica história por detrás do triste destino do fantasma.

Esta e outras histórias assustadoras de Oscar Wilde, refinadas com o humor e sagacidade próprios do autor, viram o género do terror de pernas para o ar, enquanto refletem perfeitamente os desejos sombrios e os prazeres proibidos que se escondiam atrás de portas fechadas na Inglaterra vitoriana.

O Fantasma de Canterville

by Oscar Wilde

Property Description
ISBN: 9789899126053
Publisher: Book Cover Editora
Release Date: October of 2022
Language: Portuguese
Dimensions: 143 x 212 x 8 mm
Cover: Softcover
Pages: 96
Format: Book
Collection: Essenciais da Literatura de Terror
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Police and Thriller
EAN: 9789899126053

Quatro pequenos contos

David Laranjeira

Esta edição oferece ao leitor quatro pequenos contos (short stories) com humor e critica de costumes mordaz, bem ao estilo de Oscat Wilde. É uma leitura rápida mas deveras satisfatória, capaz de fazer soltar, aqui e ali, uma gargalhada genuina.

ABOUT THE AUTHOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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