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O Retrato de Dorian Gray

by Oscar Wilde
Book eBook
Publisher: Penguin Clássicos, March of 2022 ‧
11,95€
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Na Inglaterra vitoriana, o famoso artista Basil Hallard pinta o retrato de Dorian Gray, homem jovem de uma beleza inspiradora. Imerso num ambiente aristocrático que cultiva o belo e a juventude como valores absolutos, e atraído por esta visão hedonista da vida, Dorian Gray deseja que aquele retrato envelheça no seu lugar, registando-se ali as marcas da sua decadência física enquanto a sua aparência permanece intocada pelo tempo. A sua alma será a moeda de troca.

Publicado em 1890 como uma novela na Lippincott’s Monthly Magazine, O Retrato de Dorian Gray, foi recebido com escândalo, classificado como imoral e censurado.

Um ano depois, Oscar Wilde edita, em livro, o influente romance filosófico como hoje o conhecemos, defendendo o seu trabalho num prefácio histórico que constitui, ele próprio, um manifesto literário e artístico em defesa da arte e dos direitos de quem a cria.

«A única maneira de nos vermos livres de uma tentação é ceder.»

Introdução de João R. Figueiredo, professor de Teoria da Literatura e de Cultura Visual na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

O Retrato de Dorian Gray

by Oscar Wilde

Property Description
ISBN: 9789897845116
Publisher: Penguin Clássicos
Release Date: March of 2022
Language: Portuguese
Dimensions: 124 x 191 x 13 mm
Cover: Softcover
Pages: 280
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789897845116

Faz-nos questionar o ser humano!

Paxi

Um homem apaixonado pela sua imagem, consegue fazer com que o seu envelhecimento aconteça através de um retrato seu. Será que o retrato "absorveu" apenas os envelhecimento e aspeto físico ou também os seus sentimentos e a sua moralidade?

instantly a new all time favourite

DSB

What a silly little gay book hehehe Some of you have never ripped your soul to remain forever young...and it shows

Um clássico que vale a pena ler

Bruna de Sousa

O Retrato de Dorian Gray é um romance escrito por Oscar Wilde em 1890. O livro é considerado um clássico da literatura inglesa e é amplamente estudado em escolas e universidades. A história segue o jovem e belo Dorian Gray, que é convencido pelo seu amigo Lord Henry Wotton a seguir a sua beleza e desfrutar da vida sem se preocupar com as consequências. Como resultado, Dorian envolve-se em comportamentos imorais e egoístas, enquanto seu retrato, guardado em segredo, revela as marcas cada vez mais terríveis de sua alma corrompida. O livro é considerado uma crítica social e moral da sociedade vitoriana, na qual Wilde vivia. Ele usa a personagem de Dorian para satirizar a busca pelo prazer a qualquer custo e o culto à beleza e juventude. Além disso, o livro também aborda temas como a dualidade da natureza humana, a relação entre arte e vida e a importância da responsabilidade moral. É uma história que ainda aborda temas bastante atuais e recomendo a todos lerem.

Um clássico imperdível

Miguel A.

A tão famosa história de Oscar Wilde sobre um jovem que vende a sua alma em troca da beleza e juventude eterna. Um livro sobre a condição humana, o egoísmo, a superficialidade, moralidade...

Narcisismo negro

Ana Beatriz Ferreira

História cativante de como o narcisismo nos pode levar, metaforicamente, às mais extremas consequências. Surpreendente pelos temas que aborda, especialmente por ter sido escrito na época em que foi, que continuam atuais.

ABOUT THE AUTHOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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