Metamorfoses

by Ovídio
language: portuguese, brazilian portuguese
Publisher: Madras, April of 2004 ‧
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A obra retrata uma série de poemas de amor - não apenas o amor de uma jovem por um jovem e vice-versa, mas também o amor do pai pelo filho, da filha pelo pai, do irmão pela irmã, do deus pelo mortal, do mortal pela deus...Em A luta de Perseu, A batalha dos Centauros e O Rapto de Filomena, o leitor conhecerá um pouco do lado sádico de Ovídio.

Metamorfoses

by Ovídio

Property Description
ISBN: 9788573746570
Publisher: Madras
Release Date: April of 2004
Language: Portuguese, Brazilian Portuguese
Dimensions: 150 x 230 x 20 mm
Cover: Softcover
Pages: 335
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Poetry
EAN: 9788573746570
Recommended Minimum Age: Not applicable

ABOUT THE AUTHOR

Ovídio

Públio Ovídio Nasão nasceu em Sulmo, a atual Sulmona, a 20 de março de 43 a.C. Cedo entrou nos meios literários de Roma e se tornou próximo dos melhores poetas de então. Assim teve início o seu percurso pela poesia amorosa e erótica, que o levaria, sucessivamente, a compor as Heróides, a Arte de amar, os Remédios contra o amor, os Tratamentos para a beleza da mulher. Em meio de tão grande sucesso e quando nada o fazia prever, atingiu-o um duro golpe da fortuna, súbito e inesperado: Augusto, em 8 a. C., expulsou-o de Roma e condenou-o ao exílio, em Tomos, nos confins do Império, no atual território da Roménia. E, já em Tomos, foi compondo cartas que tinham por destinatários a esposa, os amigos, a família que em Roma ficara. Organizou-as em duas coletâneas: os Tristes, primeiro, ou, talvez, numa tradução mais fiel, Cantos de tristeza, e, mais tarde, as Cartas do Ponto. Em uma e outra abundam poemas de queixume, de tristeza, um canto doentio e monótono, de quem sente fugir-lhe a inspiração para tudo o mais que não seja a celebração da sua própria dor. A qualidade estética desses poemas tem dividido os estudiosos; seja como for, porém, a verdade é que, com essas coletâneas, Ovídio inaugurou uma nova modalidade de poesia, a que poderíamos, sem exagero, chamar "poética do exílio".

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