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Mensaige

by Fernando Pessoa
Publisher: Zéfiro, June of 2011 ‧
15,90€
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A primeira obra de Fernando Pessoa a ser traduzida e editada em mirandês
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Viva o Dia da Língua Mirandesa!

Há precisamente 26 anos, a 17 de setembro de 1998, a Assembleia da República aprovou o diploma que reconhece a língua mirandesa como segunda língua oficial portuguesa. E hoje, como ano após ano, celebra-se esta língua que não só orgulha mirandeses, como deslumbra cada vez mais pessoas por todo o país. As editoras dão também voz à língua mirandesa, e nós vimos deixar algumas sugestões de leitura para que descubra como é bonita, sonora e única – se até Astérix fala mirandês!... Mirandés - Stória Dua Lhéngua i Dun Pobo Uma das pessoas que mais fez em prol da vitalidade da língua mirandesa foi Amadeu Ferreira, autor e tradutor de uma vasta obra em português e em mirandês, sob diferentes pseudónimos. A primeira obra publicada simultaneamente em português e mirandês, da sua autoria, é Tempo de Fogo, uma narrativa centrada à volta de m frade homossexual que queimado às ordens do Tribunal da Inquisição, condenado por breves amores de juventude na universitária Salamanca dos fins do século XVI.
Para conhecer a história do mirandês, o ideal é mesmo ler Mirandés - Stória Dua Lhéngua i Dun Pobo (com correspondente edição em português). Faz parte do Plano Nacional de Leitura mas é interessante para qualquer idade. Conta a história do povo mirandês na própria língua em banda desenhada, e é uma obra de José Ruy, com a coordenação e tradução para mirandês de Amadeu Ferreira. COMPRO NA WOOK! » Ls Lusíadas – Banda Zenhada Já imaginou ler Os Lusíadas em mirandês? Entre as traduções de Amadeu Ferreira para a língua mirandesa destacam-se Os Lusíadas integral, de Luís Vaz de Camões – sem dúvida um desafio a encarar com força de vontade, com o original em português ao lado!
Para uma leitura mais simples e breve, deleite-se com a edição comemorativa dos 25 anos da publicação de Os Lusíadas em BD, do ilutrador José Rui, publicados, para a ocasião, em mirandês: Ls Lusíadas – Banda Zenhada, pois claro. COMPRO NA WOOK! » Mensaige Os pessoanos certamente terão curiosidade em ler Mensaige – aqui entende-se bem: é Mensagem, de Fernando Pessoa – em mirandês. É a primeira obra do poeta a ser traduzida e editada na nossa segunda língua, por Francisco Niebro (sim, é um dos pseudónimos de Almeida Ferreira). E acreditamos que Pessoa iria deleitar-se a ver a sua obra assim versada. COMPRO NA WOOK! » La Spadanha Branca Se procura algo bem divertido para ler em mirandês, saiba que o famoso intrépido gaulês Astérix já se rendeu aos encantos desta língua antiga. Este verão, chegou às livrarias La Spadanha Branca (O Lírio Branco). Na 40ª aventura de Astérix, a aldeia gaulesa enfrenta um novo tipo de inimigo: o stress! Cansado das rotineiras pancadarias contra os romanos, o pequeno herói resolve explorar o mundo das artes marciais, aprendendo técnicas de luta que envolvem mais meditação e menos poções mágicas. Será que os nossos gauleses vão trocar os combates épicos por posturas zen? E como vai Obélix sobreviver sem o seu javali diário? Uma mistura hilariante de filosofia oriental, romanos derrotados de forma… inesperada, e, claro, muitas risadas!
E há mais quatro livros desta série em mirandês: Astérix – Galaton, Astérix I L Alcaforron, La Filha de Bercingetorix e Astérix, L Goulés.

Descubra a sonoridade e a beleza desta língua única: comece já por aqui! COMPRO NA WOOK! »

Mensaige

by Fernando Pessoa

Property Description
ISBN: 9789896770716
Publisher: Zéfiro
Release Date: June of 2011
Language: Portuguese
Dimensions: 149 x 212 x 7 mm
Cover: Softcover
Pages: 136
Format: Book
Collection: An Mirandés
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Poetry
EAN: 9789896770716

"Guapíssemo"

S.Marques

Uma das mais belas obras de um escritor português e numa língua muito bonita!!!!! É o nosso PATRIMÓNIO.

ABOUT THE AUTHOR

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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