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Mais e Melhor Espaço Público
A tranquila transformação da vida nas cidades e vilas
Publisher:
Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade (ICVM), March of 2026 ‧
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SYNOPSIS
Caminhar é um gesto simples, quotidiano e profundamente transformador. É também uma das formas mais claras de medir a qualidade do espaço público e, por consequência, a qualidade de vida nas
cidades e vilas. Quando uma comunidade pode caminhar com conforto, segurança e dignidade, significa que o território está a responder às pessoas, e não o contrário.
A Rede de Cidades e Vilas que Caminham tem sido, nesse caminho, uma resposta concreta e mobilizadora. no contexto do Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade (ICVM), esta Rede representa um dos projetos que mais nos orgulha e um dos maiores projetos que levamos ao colo: um trabalho construído com persistência, proximidade e visão, que tem vindo a reunir autarquias e equipas técnicas em torno de um compromisso essencial, devolver o espaço público às pessoas e colocar a mobilidade ativa no centro das políticas urbanas.
O ICVM enquanto espaço que promove os territórios sociais da mobilidade encontra neste projeto a determinação de estimular políticos e técnicos do nosso país e do mundo. Através de encontros, conferencias, formações, reuniões com as entidades governamentais, autárquicas, profissionais e educadoras, tenta levar todos os dias a ambição de criança: contribuir para o desenho de um espaço publico confortável, inclusivo e seguro.
Este livro nasce com esse propósito de continuidade e de serviço público. Procura sistematizar as intervenções, os contributos e as reflexões partilhadas no III Congresso Nacional da Rede de Cidades e Vilas que Caminham, realizado nos dias 27 e 28 de março de 2025, no Porto, no Auditório da Fundação Manuel António da Mota, sob o título "Mais e Melhor Espaço Público: a Tranquila Qualificação da Vida nas Cidades e Vilas". Mais do que um registo formal, este documento pretende ser um documento quase tipo Ata-síntese, que materializa um pouco da dinâmica desse Congresso e, simultaneamente, ser uma ferramenta útil para quem decide, planeia, desenha, gere e transforma o território.
Este III Congresso reforça uma ambição que é comum a todas as cidades e vilas que integram a Rede: melhorar o espaço público de forma consistente, com método, com coragem e com sentido de missão. a "tranquila qualificação" de que falamos não é passividade, é maturidade, é compromisso e é visão de longo prazo. É a convicção de que as mudanças verdadeiramente estruturantes não se fazem apenas por impulso, mas com cultura urbana, com políticas públicas consequentes e com vontade política.
Pretendemos que a missão deste encontro fosse promover cidades e vilas mais saudáveis, mais acessíveis, mais inclusivas e mais humanas. Cidades onde caminhar não seja um privilégio, mas um direito garantido a todas as pessoas, em todas as idades e condições. E onde o espaço público seja entendido como aquilo que verdadeiramente é: um bem comum, um lugar de encontro, de liberdade e de pertença. A todos os que tornaram este Congresso possível, deixo uma palavra de profundo reconhecimento. Aos autarcas e congressistas que se deslocaram de toda a Península Ibérica, pela presença, pela confiança e pela vontade de fazer melhor. Aos palestrantes, que generosamente partilham conhecimento, inspiração e experiência, contribuindo para elevar o debate e a ação. Aos premiados e entrevistados. e a toda a equipa que trabalhou para que este momento acontecesse, nas áreas de conteúdos, imagem e design, logística e organização, com profissionalismo, cuidado e dedicação.
Quero ainda deixar uma palavra especial a Carlos Miguel, ex-Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras e ex-Secretário de Estado do Poder Local, pela presença constante e pelo contributo generoso que tem dado ao longo do percurso desta Rede. E este ano, fê-lo numa qualidade muito diferente, e particularmente simbólica, ao permitir utilizarmos uma fotografia da sua autoria para criarmos a imagem do CongressoUma nota especial de agradecimento à Fundação Manuel António da Mota, na pessoa do seu Presidente Rui Pedroto, nosso parceiro de excelência, pela forma generosa e exemplar com que acolheu este Congresso e reforçou, uma vez mais, a importância de trabalharmos em conjunto por cidades melhores.
Aos governantes que amavelmente marcaram presença, designadamente a Senhora Secretaria de estado da Mobilidade Cristina Dias e Secretário de Estado Cultura Alberto Santos e, ao Senhor Vice Presidente da Câmara do Porto Filipe Araújo e Senhor Vereador Pedro Baganha que fizeram as honras da casa a todos os congressistas, o nosso muito obrigada.
Uma palavra muito especial ao nosso Coordenador da Rede Portuguesa, Pedro Ribeiro da Silva, por todo o trabalho, dedicação e empenho que colocou na preparação e concretização deste grande Congresso. A sua energia e rigor têm sido determinantes para que este encontro se afirme, ano após ano, como um ponto de agenda no calendário anual dos principais eventos dedicados à mobilidade suave, ao espaço público e ao urbanismo, em toda a Península Ibérica. Por fim, ao Alcaide Miguel Anxo Lores de Pontevedra, presidente da Red Ciudades que Caminham de Espanha e nossa inspiração, por ter desafiado o nosso Instituto a promover esta rede em Portugal, por nos contagiar e estimular todos os dias, e por ser presente em todos os nossos eventos.
Enquanto Presidente da Rede Cidades que caminham, projeto que tem vindo a transformar cidades e vilas, de infraestruturas físicas em infraestruturas humanas, deixo o meu muito obrigada. Continuaremos a trabalhar com determinação por este desígnio, afirmando-nos como uma das maiores plataformas que junta autarcas e técnicos que planeiam e desenham, na procura de soluções capazes de construir cidades e vilas mais humanizadas, descarbonizadas, saudáveis e bonitas.
Continuaremos esse caminho.
A Rede de Cidades e Vilas que Caminham tem sido, nesse caminho, uma resposta concreta e mobilizadora. no contexto do Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade (ICVM), esta Rede representa um dos projetos que mais nos orgulha e um dos maiores projetos que levamos ao colo: um trabalho construído com persistência, proximidade e visão, que tem vindo a reunir autarquias e equipas técnicas em torno de um compromisso essencial, devolver o espaço público às pessoas e colocar a mobilidade ativa no centro das políticas urbanas.
O ICVM enquanto espaço que promove os territórios sociais da mobilidade encontra neste projeto a determinação de estimular políticos e técnicos do nosso país e do mundo. Através de encontros, conferencias, formações, reuniões com as entidades governamentais, autárquicas, profissionais e educadoras, tenta levar todos os dias a ambição de criança: contribuir para o desenho de um espaço publico confortável, inclusivo e seguro.
Este livro nasce com esse propósito de continuidade e de serviço público. Procura sistematizar as intervenções, os contributos e as reflexões partilhadas no III Congresso Nacional da Rede de Cidades e Vilas que Caminham, realizado nos dias 27 e 28 de março de 2025, no Porto, no Auditório da Fundação Manuel António da Mota, sob o título "Mais e Melhor Espaço Público: a Tranquila Qualificação da Vida nas Cidades e Vilas". Mais do que um registo formal, este documento pretende ser um documento quase tipo Ata-síntese, que materializa um pouco da dinâmica desse Congresso e, simultaneamente, ser uma ferramenta útil para quem decide, planeia, desenha, gere e transforma o território.
Este III Congresso reforça uma ambição que é comum a todas as cidades e vilas que integram a Rede: melhorar o espaço público de forma consistente, com método, com coragem e com sentido de missão. a "tranquila qualificação" de que falamos não é passividade, é maturidade, é compromisso e é visão de longo prazo. É a convicção de que as mudanças verdadeiramente estruturantes não se fazem apenas por impulso, mas com cultura urbana, com políticas públicas consequentes e com vontade política.
Pretendemos que a missão deste encontro fosse promover cidades e vilas mais saudáveis, mais acessíveis, mais inclusivas e mais humanas. Cidades onde caminhar não seja um privilégio, mas um direito garantido a todas as pessoas, em todas as idades e condições. E onde o espaço público seja entendido como aquilo que verdadeiramente é: um bem comum, um lugar de encontro, de liberdade e de pertença. A todos os que tornaram este Congresso possível, deixo uma palavra de profundo reconhecimento. Aos autarcas e congressistas que se deslocaram de toda a Península Ibérica, pela presença, pela confiança e pela vontade de fazer melhor. Aos palestrantes, que generosamente partilham conhecimento, inspiração e experiência, contribuindo para elevar o debate e a ação. Aos premiados e entrevistados. e a toda a equipa que trabalhou para que este momento acontecesse, nas áreas de conteúdos, imagem e design, logística e organização, com profissionalismo, cuidado e dedicação.
Quero ainda deixar uma palavra especial a Carlos Miguel, ex-Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras e ex-Secretário de Estado do Poder Local, pela presença constante e pelo contributo generoso que tem dado ao longo do percurso desta Rede. E este ano, fê-lo numa qualidade muito diferente, e particularmente simbólica, ao permitir utilizarmos uma fotografia da sua autoria para criarmos a imagem do CongressoUma nota especial de agradecimento à Fundação Manuel António da Mota, na pessoa do seu Presidente Rui Pedroto, nosso parceiro de excelência, pela forma generosa e exemplar com que acolheu este Congresso e reforçou, uma vez mais, a importância de trabalharmos em conjunto por cidades melhores.
Aos governantes que amavelmente marcaram presença, designadamente a Senhora Secretaria de estado da Mobilidade Cristina Dias e Secretário de Estado Cultura Alberto Santos e, ao Senhor Vice Presidente da Câmara do Porto Filipe Araújo e Senhor Vereador Pedro Baganha que fizeram as honras da casa a todos os congressistas, o nosso muito obrigada.
Uma palavra muito especial ao nosso Coordenador da Rede Portuguesa, Pedro Ribeiro da Silva, por todo o trabalho, dedicação e empenho que colocou na preparação e concretização deste grande Congresso. A sua energia e rigor têm sido determinantes para que este encontro se afirme, ano após ano, como um ponto de agenda no calendário anual dos principais eventos dedicados à mobilidade suave, ao espaço público e ao urbanismo, em toda a Península Ibérica. Por fim, ao Alcaide Miguel Anxo Lores de Pontevedra, presidente da Red Ciudades que Caminham de Espanha e nossa inspiração, por ter desafiado o nosso Instituto a promover esta rede em Portugal, por nos contagiar e estimular todos os dias, e por ser presente em todos os nossos eventos.
Enquanto Presidente da Rede Cidades que caminham, projeto que tem vindo a transformar cidades e vilas, de infraestruturas físicas em infraestruturas humanas, deixo o meu muito obrigada. Continuaremos a trabalhar com determinação por este desígnio, afirmando-nos como uma das maiores plataformas que junta autarcas e técnicos que planeiam e desenham, na procura de soluções capazes de construir cidades e vilas mais humanizadas, descarbonizadas, saudáveis e bonitas.
Continuaremos esse caminho.
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789899755123 |
| Publisher: | Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade (ICVM) |
| Release Date: | March of 2026 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 120 x 182 x 13 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 191 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Engineering
>
Transportation Engineering
|
| EAN: | 9789899755123 |