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Imperatriz

A História da Última Mulher que Governou a China

by Pearl S. Buck
Book eBook
Publisher: Dom Quixote, May of 2023 ‧
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Em Imperatriz, Pearl S. Buck dá vida à incrível história de Cixi, a concubina imperial que acabaria por liderar a dinastia Ching. Nascida numa família humilde, Cixi apaixona-se pelo seu primo Jung Lu, um belo guarda imperial - mas ainda em adolescente é escolhida, com a sua irmã e centenas de outras raparigas, para ir morar para a Cidade Proibida. Destacando-se pela sua beleza, Cixi está determinada a tornar-se a preferida do Imperador, e dedica todo o seu talento e astúcia à concretização desse objetivo. Quando o Imperador morre, Cixi encontra-se numa posição que lhe dá o poder supremo, que irá manter durante quase cinquenta anos, usando-o tanto para trazer paz ao império como para promover Jung Lu, a quem amará - em segredo - para sempre.

Num mundo de intrigas liderado por homens, Cixi irá tomar a seu cargo várias decisões importantes e será responsável pela modernização da China, sem que nunca tenha recebido por isso o devido crédito. Muito foi escrito sobre Cixi, mas nenhum outro romance recria a sua vida - a sua extraordinária personalidade e, ao mesmo tempo, o mundo das intrigas da Corte e o período de tumulto nacional com o qual ela lidou - tão bem como Imperatriz.
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Mulheres com história(s)

Olham-se e olham à sua volta para nos mostrarem a vida nas suas várias, profundas e contraditórias camadas. Escritoras e protagonistas, estas são as suas histórias. O PERIGO DE ESTAR NO MEU PERFEITO JUÍZO
Logo no início, a escritora Rosa Montero diz-nos que sempre soube que algo na sua cabeça não funcionava muito bem. Essa convicção, que originou A Louca da Casa, encontra eco tanto em estudos científicos quanto na sua própria vida e nas biografias de escritores considerados "loucos" ou "estranhos", como Sylvia Plath e Emily Dickinson, que transformaram o sofrimento pessoal em arte literária. O Perigo de Estar no Meu Perfeito Juízo mistura ficção, autobiografia e ensaio, oferecendo uma reflexão perspicaz, tocante e bem-humorada sobre o preço da "normalidade" e o valor da diferença. O PAÍS DOS OUTROS
A aclamada autora franco-marroquina Leïla Slimani explora uma intensa saga familiar sobre uma mulher dividida entre duas culturas, entre a dedicação à família e o desejo pela liberdade. Em 1944, Mathilde, uma jovem alsaciana, apaixona-se por Amine, um oficial marroquino no exército francês durante a II Guerra Mundial. Após a guerra, mudam-se para Marrocos, onde Amine tenta recuperar a propriedade familiar numa terra árida. Os costumes conservadores do novo país fazem a jovem sentir-se cada vez mais isolada. A maternidade não apaga a solidão que vive no campo, distante de sua terra natal, onde nunca será totalmente aceita. IMPERATRIZEsta é a fascinante história de Cixi, a concubina que se tornaria líder da dinastia Qing. Nascida numa família humilde, Cixi apaixona-se pelo seu primo Jung Lu, um guarda imperial, e é escolhida, ainda adolescente, para morar na Cidade Proibida. Com a sua beleza e astúcia, torna-se a favorita do Imperador. Quando ele morre, Cixi assume o poder, que manterá por quase 50 anos, 1861 até à sua morte em 1908, utilizando-o para trazer paz ao império e promover Jung Lu, que ama secretamente. Enfrentando as intrigas da Corte dominada por homens, Cixi toma decisões cruciais e moderniza a China. Um romance brilhante de Pearl S. Buck, testemunho de um tumultuoso período da História da China. BABILÓNIA
Babilónia é uma reflexão sobre a perda e o distanciamento do passado ideal. A história começa com uma festa de primavera na casa de Elisabeth e Pierre, onde os convidados são casais de meia-idade. O foco recai sobre os vizinhos Jean-Lino, tímido e comum, e sua esposa Lydie, uma terapeuta excêntrica e cantora de jazz, um casal aparentemente equilibrado. À medida que a festa avança, as tensões e comportamentos dos convidados tornam-se mais evidentes. Na madrugada, Jean-Lino acorda os vizinhos para revelar algo importante. A obra de Yasmina Reza explora a pequenez e a solidão humanas, levando o leitor a refletir e a rir de si mesmo ao observar os outros.
A SEGUNDA VIDA DE OLIVE KITTERIDGE
Olive Kitteridge é a rabugenta heroína do romance de 2008 de Elizabeth Strout, vencedor de Pulitzer e adaptado à TV. Tal como o primeiro livro, A Segunda Vida de Olive Kitteridge é composto por histórias interligadas, todas passadas numa pequena cidade do Maine. Passaram dois anos desde que o marido de Olive, Henry, morreu, e o luto não a suavizou: continua a ser brusca, implacável, formidável. Mas por baixo da carapaça dura – e é aqui que reside parte do génio de Strout - há compaixão, empatia e vulnerabilidade, à medida que Olive começa a tomar consciência da sua própria mortalidade. CONTOS SOMBRIOS
Contos Sombrios, volume póstumo de Shirley Jackson, reúne 17 histórias que exploram o lado sombrio da vida quotidiana nos subúrbios da América. Entre elas, destaca-se A Possibilidade do Mal, distinguida com o Prémio Allan Poe em 1966. Nos contos, nada é o que parece: uma idosa semeia suspeitas com cartas anónimas, uma jovem comete roubos sem levantar suspeitas, e um cidadão exemplar revela-se assassino em série. Shirley Jackson, mestre do gótico e do suspense psicológico, retrata a crueldade e a ambiguidade humana, com a loucura e o terror a espreitarem a cada esquina.

Imperatriz

A História da Última Mulher que Governou a China

by Pearl S. Buck

Property Description
ISBN: 9789722076562
Publisher: Dom Quixote
Release Date: May of 2023
Language: Portuguese
Dimensions: 159 x 233 x 33 mm
Cover: Softcover
Pages: 496
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789722076562

ABOUT THE AUTHOR

Pearl S. Buck

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1938

Escritora norte-americana, Pearl Sydenstricker Buck nasceu a 26 de junho de 1892, em Hillsboro, no estado da Virgínia Ocidental. Filha de um missionário que dedicou muitos anos de vida à tradução da Bíblia da língua grega para a chinesa, Pearl Buck passou, em consequência, a sua infância na China. Educada pela mãe e por um professor particular chinês, estudioso do confucionismo, aprendeu este idioma antes de poder falar inglês.
Em 1907 foi enviada para um colégio interno em Xangai, onde estudou até 1909. Seguiu-se um período em que colaborou com uma associação de refúgio e apoio a prostitutas e escravas sexuais chinesas. Viajou depois para os Estados Unidos da América, com o intuito de prosseguir a sua educação, estudando Psicologia no Randolph-Macon Woman's College da Virgínia.
Tendo recebido o seu diploma em 1914, regressou à China para ocupar o cargo de professora numa missão presbiterana, mas a sua mãe adoeceu gravemente, pelo que Pearl Buck teve que passar dois anos a cuidar dela. Quando esta conseguiu recuperar, Pearl Buck foi viver com o Dr. John Lossing Buck, um agrónomo com quem tinha casado pouco tempo antes, para uma aldeia no Norte da China.
Passou então a trabalhar com o marido, viajando pelas áreas rurais como sua intérprete e desempenhando também as funções de professora. O casal mudou-se para Nanquim no início da década de 20, onde Pearl Buck trabalhou como professora universitária das cadeiras de Literatura Inglesa e Norte-Americana.
Em 1924 regressou aos Estados Unidos da América, em busca de auxílio médico especializado para a sua filha mais velha que sofria de um atraso mental. Recebeu a licenciatura em Literatura pela Universidade de Cornell em 1926. O casal tornou à China no ano seguinte, mas teve que ser evacuado pouco depois para o Japão, em consequência da eclosão da Guerra Civil Chinesa.
Em 1930 publicou o seu primeiro romance, East Wind: West Wind, modestamente acolhido pela crítica. Seguiu-se-lhe The Good Earth (1931), romance original por conseguir conciliar uma prosa de tom bíblico com a estrutura das sagas narrativas chinesas. A obra seria vencedora de um Prémio Pulitzer, e tornada em filme em 1937.
Em 1935 divorciou-se do primeiro marido para casar com o seu editor, Richard Walsh, com quem foi viver para a Pennsylvania. No ano seguinte, foi nomeada membro do Instituto Nacional das Artes e Letras norte-americano. Em 1938 tornou-se a primeira mulher norte-americana a ser alguma vez galardoada com o Prémio Nobel.
Em 1939 publicou The Patriot, obra em que a autora deixava transparecer a sua desilusão quanto à possibilidade de cooperação entre os povos. Optou por se orientar para uma vertente mais humana, lutando pelos direitos e melhoria das condições das crianças asiáticas, muitas delas fruto de relações entre ocidentais e asiáticas, e assim estigmatizadas e abandonadas. Assim, dedicou algumas obras a essas relações inter-raciais, como The Angry Wife (1949) e The Hidden Flower (1952). Pearl Buck e o seu marido empreenderam esforços em favor de causas humanitárias, que culminaram com a criação da Fundação Pearl Buck.
Após a morte de Richard Walsh, Buck deu início a uma relação com Ted Harris, um professor de dança cerca de quarenta anos mais jovem, e que veio a tomar conta da Fundação Pearl Buck.
A autora faleceu a 6 de março de 1973, em Danby, no estado do Vermont. Pearl S. Buck. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011.

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