Do Iluminismo ao Liberalismo
Braga 1864, o banco do Minho
Publisher:
LisbonPress, September of 2024 ‧
see product details
15,30€
10% OFF
Wm1JNFdqRnhOMWRXVTNOVlpHWXdXVWsyYjFSR1drOXpSM0p0TTNGSlpHeDNLekJxWVhoYVNqTnFXRmxqY1hKeWMxcEhlU3REVjBFelJTOWlUa2xHVDNORk5WQmhXRlF5T1ZvcloyeGhSVUoxVW1FME1FcExSMGhzUVcxRk1IUkdRa3BPUlVWM2IzVldaRXBJY0M5ME1YbFJOVzkxTmxneWVWa3hjR1ZDT1dOWWVpOXdRM0JDU1VvNFVGVlVhVzVVTTFkcllYQnpVVmRIYW1oUVEyaE5XRkp0VjFoSFYyaHZWbkJXVkhWSVZsbHBkMGd4VUdZM1NXWmFlSE12YjFOS1dqWkhha1UwV0cxNlFuZ3paVzl2VW1acFdsa3diM1pGT1V0elZrUktNMXBzVjBWMFNraHliM1ZzYlRjd1MxUklUVkkwVlhkNFdGazFPRGx5TTNKQ1drVTJNRE5UVlhObk9GTmhUbGhNYUVaTFNEZGhiWEF5ZFdWTmVXVmFNVlIyWVRCTllYQXdaV1pwVFVkNFVFZGlWRU5TTVd0SU5GZENZbHBUZFdGUlRrOUZjRk0xWWxRMFJsbHZWaTl4TVc1M1ZEazBOa3czZFVWdWNGaDNiWFJyUlZCeFpDODVXbXBvVjJOa2VURlBWMDVIVjFCdVJHRnZWblZFVlVSd1VGbExkVTFrWkZFeVlXc3hlRkUzYVRWdlEzY3pjR2M0Y0hsek1ERnJNSEk1VlZCMk5VOXRkQ3N6ZGxoVWJIZzRNekZWVmtGV2RVSTNka001YVc4MFVrTlpaMDVFVVRkVmRWbEVNRkJpU1RKRGRqRllRVEZpZFdwak9UVjZha3hYTWpjelJTOU9WWEpsVjJSS1FWcEdVRVlyVkhGdFNEUnZiVWMzT1ZJNFpqQkhRVFJYZG5ZNVFVcFRieXRZTm1WblR6aEJZMjVUZWtKMk1VMXpPRkI2ZG10aFJYaDBVRlJoUVRoS1kwUnlRblZEYjFwek5YQktVVkJCVkZkWWNWRkhRbkJJOlpYV2NCTElnNkVEOXJER1dmK0hsRWc9PQ==
IN STOCK
-
free shipping
SYNOPSIS
Em que circunstâncias nasce a Banca Nacional e como reagiu às sucessivas convulsões políticas, económicas e sociais do século XIX, século da sua iniciação, que prosseguem e se repercutem no início do século XX, foi o problema que na longa investigação se procurou compreender e, nesse contexto, formar uma opinião.
A invasão francesa conduzida por Napoleão, em 1808, que levou à fuga da Corte para o Rio de Janeiro, e a Revolução Liberal de 1820, na cidade do Porto, para a qual a iniciativa de adesão da cidade de Braga foi indispensável, poderão ser vistas como as causas de mudanças ocorridas no contexto político português, com particular evidência a aprovação da Carta Constitucional (1.ª a 23 setembro de 1822), através da qual se inicia o fim do Absolutismo do Poder Régio. o Monarca passa a depender do parlamento.
O fim das instituições que caracterizavam o Antigo Regime, em Portugal, foi um processo lento, vigorando durante quase toda a primeira metade do século XIX, originando dificuldades no desenvolvimento da economia portuguesa. O golpe da Regeneração de 1851 implicou medidas importantes de saneamento do Estado, fundamental no processo de mudança, pois permitiu a adoção do regime monetário do padrão-ouro, em 1854. O Banco do Minho, criado na cidade de Braga em 1864, é um ativo financeiro resultante da ambição de empreendedorismo suscitado pelo Liberalismo.
Apesar das crises financeiras havidas, como a de 1876, com o carácter de uma crise de especulação, o Banco do Minho debate-se com operações que considera fraudulentas, com a falência de agentes fora do reino e com perdas gerais sofridas, mas sobrevive à crise. e assim vai resistindo.
Adapta-se ao regime da Primeira República e à crise financeira da I Guerra Mundial (1914-1918), mas não resiste ao saneamento financeiro que Salazar, ministro das finanças, em 1929, introduziu no sistema bancário, com o reforço da Caixa Geral de Depósitos enquanto banco de investimento e instrumento da política económica do Estado, ao que acresce o crash financeiro de 1929, com efeitos nos mercados internacionais, restringindo as remessas dos emigrantes e as receitas de reexportação.
A invasão francesa conduzida por Napoleão, em 1808, que levou à fuga da Corte para o Rio de Janeiro, e a Revolução Liberal de 1820, na cidade do Porto, para a qual a iniciativa de adesão da cidade de Braga foi indispensável, poderão ser vistas como as causas de mudanças ocorridas no contexto político português, com particular evidência a aprovação da Carta Constitucional (1.ª a 23 setembro de 1822), através da qual se inicia o fim do Absolutismo do Poder Régio. o Monarca passa a depender do parlamento.
O fim das instituições que caracterizavam o Antigo Regime, em Portugal, foi um processo lento, vigorando durante quase toda a primeira metade do século XIX, originando dificuldades no desenvolvimento da economia portuguesa. O golpe da Regeneração de 1851 implicou medidas importantes de saneamento do Estado, fundamental no processo de mudança, pois permitiu a adoção do regime monetário do padrão-ouro, em 1854. O Banco do Minho, criado na cidade de Braga em 1864, é um ativo financeiro resultante da ambição de empreendedorismo suscitado pelo Liberalismo.
Apesar das crises financeiras havidas, como a de 1876, com o carácter de uma crise de especulação, o Banco do Minho debate-se com operações que considera fraudulentas, com a falência de agentes fora do reino e com perdas gerais sofridas, mas sobrevive à crise. e assim vai resistindo.
Adapta-se ao regime da Primeira República e à crise financeira da I Guerra Mundial (1914-1918), mas não resiste ao saneamento financeiro que Salazar, ministro das finanças, em 1929, introduziu no sistema bancário, com o reforço da Caixa Geral de Depósitos enquanto banco de investimento e instrumento da política económica do Estado, ao que acresce o crash financeiro de 1929, com efeitos nos mercados internacionais, restringindo as remessas dos emigrantes e as receitas de reexportação.
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789893784686 |
| Publisher: | LisbonPress |
| Release Date: | September of 2024 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 148 x 230 x 24 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 330 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Economics, Finance and Accounting
>
Economy
|
| EAN: | 9789893784686 |
PEOPLE WHO BOUGHT ALSO BOUGHT
-
10%Trabalho, Emprego e Segurança Social - Volume 3Edições Sílabo13,95€
15,50€ -
10%Economia do TrabalhoEdições Almedina28,71€
31,90€free shipping