De Quanta Terra Precisa o Homem e Outros Contos

by Lev Tolstói
Publisher: Relógio D'Água, October of 2015 ‧
«De Quanta Terra Precisa o Homem, de Tolstoi (que Joyce considerava como «a melhor literatura do mundo»), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert.»

George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski

De Quanta Terra Precisa o Homem e Outros Contos

by Lev Tolstói

Property Description
ISBN: 9789896415259
Publisher: Relógio D'Água
Release Date: October of 2015
Language: Portuguese
Dimensions: 151 x 231 x 23 mm
Cover: Softcover
Pages: 264
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Short stories
EAN: 9789896415259

O Bom Tolstoi

A.

Um conjunto de contos de grande qualidade literária que transmitem a bondade que caracteriza Tolstoi.

Tolstói e os valores humanos

A. Pereira

Este livro é composto por vários contos, que passo a enumerar: "Polikuchka", "O Medidor-de-Linho", "De Quanta Terra Precisa o Homem", "O Cupão Falso", "Aliocha, O Pote", "Kornei Vassíliev", "As Bagas", "Por Que Culpa?" e "Khodinka". Tolstói utiliza pequenos contos, por vezes em estilo de parábola, para levar o leitor a refletir acerca dos valores humanos. George Steiner escreve que "De Quanta Terra Precisa o Homem (...) é uma parábola da imensidade da terra." Para mim, é uma parábola da imensidade da ganância humana. Um livro que vale a pena ler, refletindo em cada conto acerca dos nossos ideais e valores.

Tólstoi.

EH

Contos muito simples e com grande significado.

ABOUT THE AUTHOR

Lev Tolstói

Lev Tolstoi (1828-1910) nasceu na Rússia, no seio de uma família nobre. Órfão desde cedo, optou por seguir a carreira militar, servindo-se mais tarde das suas experiências no campo de batalha para representar a guerra de forma realista nos seus romances.

Em 1856, abandona o exército e viaja pela Europa para estudar Pedagogia. De regresso à Rússia, dedica-se à escrita, publicando mais tarde em fascículos Guerra e Paz (1865-69) e Anna Karénina (1875-77), ainda hoje considerados dois dos melhores romances de sempre.

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