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Civilização

by Eça de Queirós
Publisher: Book Cover Editora, September of 2025 ‧
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Em Civilização, Eça narra a história de Jacinto, um jovem de posses, que nunca conheceu doença nem sofrimento, que vive rodeado de luxos, de literatura e de todas as mais recentes invenções, mas, mesmo assim, é infeliz.

Este conto serviu de base para o romance A Cidade e as Serras, publicado anos depois, em 1901, já depois da morte do escritor.

Esta edição conta com mais dois contos de Eça de Queirós: A Perfeição e O Milhafre.

Civilização

by Eça de Queirós

Property Description
ISBN: 9789899267244
Publisher: Book Cover Editora
Release Date: September of 2025
Language: Portuguese
Dimensions: 140 x 210 x 5 mm
Cover: Softcover
Pages: 68
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789899267244

ABOUT THE AUTHOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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