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Caught Up

O acaso perfeito

Book 3

by Liz Tomforde
Publisher: Cultura Editora, November of 2025 ‧
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O terceiro livro da série que conquistou o coração dos leitores.

Kai
Sou a estrela da equipa de basebol de Chicago.

Estou no auge da fama.

Sou, também, pai solteiro, e não consigo equilibrar a carreira com os cuidados do meu filho. Além disso, não confio em ninguém para tomar conta dele, e qualquer babysitter que encontro acaba despedida.

Até que o treinador da minha equipa contrata alguém para me ajudar, alguém que não posso despedir: a filha dele, Miller. Ela parece-me a última pessoa a quem confiaria o meu filho: selvagem, demasiado jovem. E solteira.

Miller
Como chefe de pastelaria que venceu recentemente um prestigiado prémio internacional, ando desesperada por provar, também a mim própria, que realmente mereço esse reconhecimento. Porém, com um novo título vem mais pressão, e não sei se serei capaz.

Devia estar concentrada na cozinha, mas, em vez disso, deixo que o meu pai me convença a usar o meu tempo livre como babysitter do filho da estrela da sua equipa...

O Kai Rhodes é um homem que se esqueceu do que é divertir-se, e eu estou ansiosa por lhe avivar a memória.
Tomforde Liz (Photo credit Alyssa Luzaich) 640.JPG

Entrevista a Liz Tomforde

Liz Tomforde tornou-se uma das escritoras mais acarinhadas do romance adulto contemporâneo, conquistando leitores com os seus heróis alfa, mas vulneráveis, e as suas heroínas fortes, sempre com muito humor e faíscas de paixão.

Play Along, o quarto volume da série Windy City, chega a Portugal a 12 de fevereiro [já está em pré-lançamento na WOOK], trazendo consigo a química irresistível entre Kennedy e Isaiah.

Em entrevista ao wookacontece, a autora conta como foi dar vida às personagens — especialmente à vulnerável Kennedy, que tenta manter a pose enquanto Isaiah aparece com aquela energia «golden retriever» impossível de resistir. Entre revelações aliciantes sobre o processo criativo e pistas sobre o que aí vem, Liz Tomforde deixa claro por que continua a conquistar leitores em todo o mundo — com charme, humor e aquele toque emocional que só ela consegue dar. Liz Tomforde, foto © Alyssa Luzaich O que mais te entusiasma ao ver Play Along chegar aos leitores portugueses?
Estou entusiasmada por os leitores se apaixonarem pela Kennedy e pelo Isaiah. Eles são um casal divertido e inesperado, e espero que os leitores portugueses os adorem tanto quanto eu!

A Kennedy e o Isaiah são personagens que ficam (mesmo) na memória. Qual deles surgiu primeiro — e qual foi o mais difícil de desenvolver?
O Isaiah surgiu primeiro. Ele tornou-se muito presente na minha cabeça assim que o apresentei no primeiro capítulo de Caught Up. O Isaiah e a Kennedy foram igualmente divertidos e desafiantes de conhecer enquanto personagens, mas fui especialmente cuidadosa e protetora com a Kennedy. O Isaiah é muito adorável, por isso queria que os leitores compreendessem a Kennedy e o motivo pelo qual que ela não se apaixona imediatamente por ele, como todos nós. «As melhores histórias são aquelas em que consegues rir e chorar enquanto as lês.» Como descreverias a relação deles em apenas algumas palavras?
Brincalhona, paciente e também cheia de provocações e coração.

A dinâmica de namoro fingido e o casamento em Las Vegas dão ao livro uma vibração divertida, mas também há muita vulnerabilidade. Como equilibras o humor com a profundidade emocional?
Preciso que as minhas histórias tenham alguma profundidade, que explorem questões da vida real para que pareçam autênticas, mas é difícil para mim passar muito tempo sem cortar isso com humor. Acho que as melhores histórias são aquelas em que consegues rir e chorar enquanto as lês.

O Isaiah é descrito como tendo «energia de golden retriever», algo que os leitores adoram. Como crias heróis que são simultaneamente fortes e emocionalmente abertos?
Acho que a vulnerabilidade é muito importante, especialmente em relações românticas. E, claramente, pelos homens fictícios que criei, considero a honestidade, a vulnerabilidade e a autoconsciência algumas das características mais atraentes numa pessoa. Gostava que fosse mais assim no mundo não fictício, por isso faço a minha parte para trazer esses traços para o mundo fictício. Houve alguma cena em Play Along que tenha sido especialmente desafiante de escrever — ou que te tenha surpreendido durante o processo?
O livro inteiro foi inicialmente desafiante para mim. Era uma dinâmica de relações diferente das dos meus livros anteriores. Pelo facto de Isaiah estar completamente apaixonado tão cedo, sendo ao mesmo tempo tão adorável, tornou-se difícil equilibrá-lo com a Kennedy, que é um pouco mais «fria», garantindo, ainda, que ela fosse relacionável e amada pelo público. Mas quando entrei no ritmo, diverti-me imenso a escrever este livro!

Se tivesses de escolher uma música que refletisse a essência do livro, qual seria?
Love On the RunSons of Zion.

Este é o quarto livro da série Windy City, onde cada volume alarga o círculo de personagens que se tornam mais próximas. Como manténs cada livro capaz de funcionar de forma independente, mantendo-o ligado à série?
A amizade deles é o fator de ligação, mas as diferenças entre eles são o que impulsiona o grupo. Cada um desempenha o seu papel. Quero que os leitores tenham uma visão clara de cada livro e de cada casal. Passo muito tempo entre livros a criar as histórias na minha mente e a construir um mundo totalmente novo para cada história, mesmo que as personagens possam estar ligadas por amizade ou família.

Inspiras-te em amigos ou conhecidos ao desenvolveres as tuas personagens?
Talvez um pouco. Há certas personagens que não são nada como eu, e as suas ações ou reações podem ser subconscientemente inspiradas por um amigo [meu] que reagiria da mesma forma.

Foste jogadora de voleibol universitário e trabalhas como assistente de bordo para uma equipa da NHL. Além da tua familiaridade com o mundo do desporto, o que te leva a escreveres histórias de amor neste cenário?
Adoro desporto no geral. Ser fã de desporto é simultaneamente devastador e emocionante, por isso adoro poder acrescentar esse elemento às minhas histórias. Há um laço entre colegas de equipa e atletas que é diferente e especial, e que acrescenta naturalmente um elemento de família encontrada.

Os leitores mencionam frequentemente o forte elemento de «família encontrada» nos teus livros. Como constróis esse sentido de comunidade entre as tuas personagens?
Mostrando amizades fortes e solidárias. Como disse antes, cada personagem desempenha o seu papel e tem a sua própria personalidade, essencial para o grupo. Em Windy City, cresces com esta família encontrada à medida que eles crescem juntos. Não existe um grande grupo de amigos na primeira página de Mile High, mas na última página de Rewind It Back fazes parte da família encontrada, juntamente com os dez amigos. «A amizade [das personagens] é o fator de ligação, mas as diferenças entre elas são o que impulsiona o grupo.» De todos os teus livros publicados em Portugal — Mile High, Right Move, Caught Up e Play Along — qual foi o que gostaste mais de escrever, e porquê?
Mile High foi o mais fácil e divertido de escrever porque estava simplesmente a escrever um livro para mim, por isso não havia pressão. Mas Caught Up foi o que ficou comigo durante mais tempo, e acho que Play Along é o mais divertido enquanto leitora.

A tua vida mudou muito — pessoal e profissionalmente — desde que a série Windy City se tornou um sucesso internacional?
Sim! A minha vida virou-se completamente do avesso da melhor forma possível. Estou tão grata a cada pessoa que pegou num dos meus livros e o leu. Nunca poderia ter imaginado a minha vida assim — poder criar para viver —, mas é graças aos meus leitores que o posso fazer. Podes partilhar um vislumbre de Rewind It Back, o livro que será lançado em Portugal depois de Play Along?
Rewind It Back terá como protagonista um favorito dos leitores — Rio DeLuca. Ainda não conhecem a sua protagonista feminina, mas ele conhece-a há muito tempo. Esse livro é todo sobre música, nostalgia e almas gémeas.

Se pudesses dar-nos um pequeno vislumbre dos teus futuros projetos, que tipo de histórias te vês a criar a seguir? Novos desportos, novas cidades, novo caos… ou algo completamente inesperado?
Há um treinador de basebol muito adorável em Caught Up que me chamou a atenção desde a primeira página desse livro. Mas em Play Along conhecemos a sua nova chefe e percebemos que eles não se dão exatamente bem. A Reese é neta do antigo dono da equipa e o Emmett está prestes a renovar o contrato de treinador. Considero este livro umspin off independente de Windy City, que se tornou rapidamente o meu livro preferido, de todos os que já escrevi!
Para além disso, podem esperar mais histórias de amor e mais desporto! A minha próxima série levar-nos-á a uma nova cidade, mas em vez de seguirmos um grupo de amigos, vamos conviver com uma família de atletas que terão, cada um, a sua oportunidade de se apaixonarem.

Caught Up

O acaso perfeito

by Liz Tomforde

Property Description
ISBN: 9789895776122
Publisher: Cultura Editora
Release Date: November of 2025
Language: Portuguese
Dimensions: 153 x 226 x 31 mm
Cover: Softcover
Pages: 480
Format: Book
Collection: Windy City
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789895776122

FANTÁSTICO

AS

Emocionante história do Kay e da Miller, com partes bem picantes, como já é costume com esta autora com os seus romances tórridos com base de personagens desportistas.

ABOUT THE AUTHOR

Liz Tomforde

Liz Tomforde escreve romances sobre desporto que retratam relações realistas e saudáveis, enriquecendo-os com um humor perspicaz e com acontecimentos de vida real particularmente relacionáveis. Os seus heróis são alfa, mas vulneráveis, e as suas heroínas são fortes.
Nascida e criada na Califórnia, nos Estados Unidos da América, Liz é a mais nova de cinco irmãos. Adora todo o tipo de romances, cães e hóquei no gelo.
Quando não está a viajar ou a escrever, pode ser encontrada a ler um livro ou a passear o seu golden retriever, Luke.

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