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Borges

by Rodrigo Garcia
language: french
Publisher: SOLITAIRES INTEMPESTIFS, November of 2002 ‧
12,01€
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Et c'est pour ça que mon coeur est sur le point de lâcher ? c'est pour ça que j'ai failli crever de peur à l'idée de parler en public à ce vieux bigleux ? devant deux cents personnes ! va chier ! je rumine : je vais l'attendre à la sortie. Je vais l'attendre à la sortie et je vais lui dire : t'as poussé le bouchon un peu loin. ou bien ma célèbre phrase : allez vous faire enculer chez les aveugles.

Borges

by Rodrigo Garcia

Property Description
ISBN: 9782846810470
Publisher: SOLITAIRES INTEMPESTIFS
Release Date: November of 2002
Language: French
Format: Book
Collection: La Mousson D'Ete
Categories: Books in French > Art > Performing Arts
Books in French > Art > Other Arts
EAN: 9782846810470

ABOUT THE AUTHOR

Rodrigo Garcia

Rodrigo García (1964) passou a infância e adolescência no bairro Yparraguirre de Grand Bourg, na periferia de Buenos Aires, Argentina. Foi verdureiro, talhante, moço de recados e criativo de publicidade, trabalhos que abandona para se dedicar ao teatro. Estabelecido em Madrid, em 1989 criou a companhia La Carnicería Teatro, para a qual escreve, dirige e concebe o espaço cénico, tendo realizado inúmeras produções, na procura de uma linguagem pessoal, afastada da do teatro tradicional, no Teatro Pradillo de Madrid, no Teatro Nacional da Bretanha, na Bienal de Veneza, no Festival d’Avignon e no Festival de Outono de Paris, na Schaubühne Berlin, entre outros. García foi influenciado por autores como Samuel Beckett, Harold Pinter, Eduardo Pavolvsky, Heiner Müller, Thomas Bernhard, Louis Ferdinand Céline, Peter Handke, Tadeusz Kantor e o período negro de Goya. Privilegiando um teatro experimental e de forte discurso político, os seus trabalhos ficaram conhecidos por não fazerem concessões e explorarem uma linguagem crua e violenta do corpo do ator em cena. Em 2009, a UNESCO atribui-lhe o Prémio Europa de Teatro — Novas Realidades Teatrais. Tendo vivido numa aldeia nas Astúrias até 2013, mudou-se para Montpellier em 2014, para assumir a direção do Centro Dramático Nacional de Montpellier. Em Portugal, estabeleceu uma relação cúmplice com o Festival Citemor (Montermor-o-Velho), tendo apresentado After Sun (2001), Comprei uma pá no Ikea para cavar a minha tumba (2003), Aproximação à ideia de desconfiança (2006), e ali estreou Ronald, o palhaço do McDonalds (2001), espetáculo que lhe proporcionou reconhecimento internacional, e Autocompaixão (2006). Frequentemente, afirma que os seus textos, quando publicados, são restos dos seus espetáculos.

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