A Poesia do Pensamento
Do Helenismo a Celan
PRESS REVIEWS
«O seu corpus [de Steiner] é imenso, como convém a um velho humanista e erudito, cuja obra, a partir de certa altura, se inclinou para a tarefa desesperada de salvar o que, no seu diagnóstico, é uma cultura ameaçada. Esse corpus vai dos pré-socráticos a Celan, com estações obrigatórias e prolongadas em Heraclito, em Platão, em Dante, em Hölderlin, em Hegel, em Heidegger e muitos outros. E dá um especial relevo a certas relações e diálogos problemáticos entre filósofos e poetas: Hegel e Hölderlin, Heidegger e Celan, etc. Por outro lado, Steiner vai mostrar que a “poética dos géneros”, na medida em que “tanto em filosofia como em literatura, o estilo é substância”, tem uma importância fundamental. E por isso o pensamento filosófico é sempre consubstancial a uma determinada forma literária, seja ela o diálogo, o fragmento, o aforismo ou outra qualquer. »
António Guerreiro, Expresso
« A Poesia do Pensamento […] é uma viagem densa sobre a transcendência e os limites da palavra, talvez o último e melhor legado de uma última espécie de mestres europeus.»
Filipa Melo, Ler
DETAILS
| Property | Description |
|---|---|
| ISBN: | 9789896413194 |
| Publisher: | Relógio D'Água |
| Release Date: | October of 2017 |
| Language: | Portuguese |
| Dimensions: | 152 x 233 x 19 mm |
| Cover: | Softcover |
| Pages: | 232 |
| Format: | Book |
| Categories: |
Books in Portuguese
>
Social Sciences and Humanities
>
Philosophy
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| EAN: | 9789896413194 |
REVIEWS
Em toda a filosofia existe “uma prosa literária oculta”
C.L.
Com o seu característico discernimento vigoroso, George Steiner apresenta em A Poesia do Pensamento, a sua magnum opus, um exame de mais de dois milénios da cultura ocidental, afirmando a sua reivindicação da unidade essencial do grande pensamento e do grande estilo. Abrangente, mas preciso, Steiner abrange toda a história da filosofia no Ocidente, à medida que esta se entrelaça com a literatura, descobrindo que, como afirmou Sartre, em toda a filosofia existe “uma prosa literária oculta”. O argumento, mesmo que analítico, tem o seu ritmo e o seu fim.
"Não". Uma sílaba carregada de promessa e criação.
António Mateus
A páginas tantas (222) algures um cantor rebelde, um filósofo que a solidão embriaguez dirá "Não". Uma sílaba carregada de promessa de criação. Assim termina um livro que nos eleva o pensamento pelos intrestícios das palavras ou da falta delas.
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