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A Maluquinha de Arroios

by André Brun
Publisher: Edições Húmus, February of 2025 ‧
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A Maluquinha de Arroios, de seu nome Alzira de Meneses, é uma mulher sedutora, um pouco louca, por quem qualquer homem, casado ou solteiro, perde a cabeça. Para revelar ou ocultar amores mais ou menos ilícitos, maridos e mulheres enredam-se numa teia de equívocos em que só a Maluquinha parece não perder o pé.

«Chico Já tinha a ventura de conhecer v. ex.ª muito de vista. V. ex.ª é uma das figuras femininas de Lisboa mais insinuantes, mais impressionantes, mais emocionantes… V. ex.ª é, dentro deste meio acanhado em que vivemos, uma destas raras silhouettes que, vistas uma vez, se não esquecem mais…
Alzira (Baixo, a Jerónimo.) Desliza, papá…»

A Maluquinha de Arroios

by André Brun

Property Description
ISBN: 9789899213432
Publisher: Edições Húmus
Release Date: February of 2025
Language: Portuguese
Dimensions: 122 x 165 x 12 mm
Cover: Softcover
Pages: 168
Format: Book
Collection: A Ilha
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Theatre (Work)
EAN: 9789899213432

ABOUT THE AUTHOR

André Brun

Dramaturgo, cronista, argumentista de filmes como A Vizinha do Lado, André Brun nasceu em Lisboa a 9 de Maio de 1881 e morreu na mesma cidade a 22 de Dezembro de 1926. Foi casado com a escritora Alice Ogando e foi um dos fundadores, em 22 de Maio de 1925, daquela que é hoje a Sociedade Portuguesa de Autores, criada por algumas das mais destacadas figuras intelectuais portuguesas.
Morreu muito cedo, aos 45 anos, quando todas as portas se abriam para o seu talento como escritor de livros de crónicas, de jornais e de teatro. Se mais tivesse vivido, talvez se tornasse um cronista implacável da ditadura nascida em 1926, o ano da sua morte.
Para assinalar a passagem do centenário do começo da I Grande Guerra, em que Portugal só entrou em 1916, a Guerra e Paz e a SPA reeditam A Malta das Trincheiras. André Brun foi um do heróis do Corpo Expedicionário Português, de onde regressou com a patente de major e com a Medalha da Cruz de Guerra, distinção por poucos alcançada.
A melhor homenagem para um escritor é sempre reeditar e ler a sua obra. Eis o que aqui se faz, para valer como exemplo para muitos outros que o tempo pode deixar para sempre atolados na trincheira lamacenta do esquecimento colectivo.

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