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A Ameaça Vermelha

by Alberto Gonçalves
Publisher: Matéria Prima, July of 2017 ‧
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A análise implacável de um dos mais polémicos cronistas portugueses.
«Portugal está melhor em meados de 2017 do que estava no final de 2015? Eis a resposta: não.»

Líderes abaixo de qualquer suspeita, circos mediáticos e ataques à democracia. Os políticos no poder não escapam à observação crítica e assertiva de Alberto Gonçalves.

«Eis a questão: Portugal está melhor em meados de 2017 do que estava no final de 2015? E eis a resposta: não. Está, aliás, bastante pior. Porque se anularam ("reverteram" é o termo) as escassíssimas reformas iniciadas pelo governo anterior. Porque a produtividade continua de rastos e com tendência para rastejar ainda mais. Porque a dívida aumenta com inédita voracidade. Porque os "sinais positivos" decorrem do turismo que, nem de propósito, já se acusa de colaborar com o capitalismo "selvagem". porque uma incomensurável quantidade de gente se convenceu de que este é o caminho ideal. E porque se criou um ambiente particularmente hostil à crítica.»

Um livro para entender a verdadeira situação em que Portugal se encontra. Sem rodeios, sem ilusões.

A Ameaça Vermelha

by Alberto Gonçalves

Property Description
ISBN: 9789897691034
Publisher: Matéria Prima
Release Date: July of 2017
Language: Portuguese
Dimensions: 155 x 238 x 15 mm
Cover: Softcover
Pages: 248
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Politics > Politics in General
EAN: 9789897691034

A Ameaça à Democracia

BM

Livro editado em 2017, e que em 2023 decorridos seis anos constata-se, lendo a contracapa que a antevisão do autor se encontra, não só confirmada mas agravada. Essencial para entender como o Pais chegou a situação atual.

Fraquinho

Paulo Veríssimo

Os problemas de Alberto Gonçalves vão muito para lá da falta de talento para a escrita. Peca demasiado por ter um viés e um fel tão grandes que qualquer trémula luz de imparcialidade sucumbe à partida. Livro para convencer já convencidos e que não gostam duma coisa chamada factualidade.

Não tão bom

Wilahelmaz Caelius

Colecção de artigos de jornal com breve prefácio por secção. Nauseante loquacidade saturada com ironia Tuga...

Eloquente

Rocha F.

Quando um autor consegue colocar em palavras aquilo que sinto e observo... parece que ainda restou algo de bom-senso em Portugal. Depois de ler as páginas 114-117 compreendi(beyond any doubt) que o sr. Alberto Gonçalves está a par do "modus operandi" neomarxista (uma mescla de António Gramsci com Gyork Lukács e outros dementes da Escola de Frankfurt). Já era hora de trazer essas coisas para o debate público...

Medíocre!

HC

Se, após o 4 de Outubro de 2015, o PCP e o BE tivessem mandado passear a hipótese de um acordo como hoje existe e, portanto, tivessem permitido a formação de um executivo minoritário de Passos Coelho ou a formação de um novo governo de «bloco central», desde essa data até hoje, já muitas vezes, a propósito do PCP e do BE, teriam então falado de cegueira, sectarismo, aliança com a direita, política de quanto pior, melhor! Um "escritor de direita", como tantos outros que populam na nossa praça, a fazer a sua propaganda....

Excelente

Pedro Santos da Cunha

Deveria ser de leitura obrigatória no último ciclo de ensino. Para começarmos a acabar com a ditadura do políticamente correcto.

Leitura obrigatória

João

Recomendo fortemente a leitura deste livro.

ABOUT THE AUTHOR

Alberto Gonçalves

Alberto Gonçalves nasceu em Matosinhos, em 1969, e vive entre essa cidade e os confins do Nordeste Transmontano. Escreve em jornais há 24 anos, os últimos seis em exclusivo no Observador. Nenhum Turista Vai a Tucson é o seu sexto livro, após quatro de crónicas reunidas ("Selecção Nacional", de 2006; "Ninguém Diga Que Está Bem", de 2010; "A Ameaça Vermelha", de 2017; e "O Estado a Que Isto Chegou", de 2019) e um breve relato histórico ("Um Segredo Público – Os Judeus de Trás-os-Montes", de 2022). Ainda sonha ser camionista de longo curso na América, mas começa a suspeitar que se ficará pelo sonho.

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