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22/11/63

by Stephen King
Book eBook
Publisher: Bertrand Editora, January of 2024 ‧
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A 22 de novembro de 1963 são disparados em Dallas três tiros.
O presidente Kennedy morre e o mundo muda.
Mas o que faria se pudesse alterar o curso da História?

O professor Jake Epping leva uma vida aparentemente tranquila em Lisbon Falls, no Maine, e o seu sítio favorito para passar o tempo é o Al’s Diner. Mas a receita dos seus famosos hambúrgueres não é o único segredo de Al Templeton: existe na despensa do seu restaurante um portal do tempo que leva ao ano 1958. A incredulidade perante esta revelação chocante não impedirá Jake de assumir a missão que assombra o seu amigo há muito. Só tem de descer pela «toca de coelho» e travar Lee Harvey Oswald naquele dia 22 de novembro de 1963. Porque salvar John F. Kennedy é salvar o seu irmão Bobby Kennedy e também Martin Luther King Jr., é deter o tumulto nas ruas, é talvez até evitar a Guerra do Vietname. Não importa quantas vezes use o portal, irá sempre desembocar no pátio da fábrica têxtil de Lisbon Falls às 11h58 do dia 9 de setembro de 1958. E não importa quanto tempo permaneça no passado, terão decorrido apenas dois minutos no presente. Começa então uma nova vida para Jake, ou antes George Amberson, num mundo em que está destinado a, além de encontrar de novo o amor, subverter todas as regras do tempo.

Neste romance brilhante e de grande fôlego, King guia-nos numa maravilhosa viagem ao passado, oferecendo-nos um retrato social, político e cultural sublime de todo um outro tempo, marcado pelos robustos automóveis americanos, pelas ancas de Elvis Presley e pelo blusão vermelho de James Dean, de cigarro no canto da boca, mas também pelo racismo intolerável, por Cuba e por um homem cuja vida ficou por terminar.

Adorado pelos leitores e aclamado pela crítica, 22/11/63 foi e continua a ser um marco literário na carreira de Stephen King, impondo-se como uma das suas melhores obras - agora numa nova edição.

«Retroceder no tempo prova ser mais um passo em frente para o mais notável contador de histórias da literatura americana contemporânea.»
The Guardian

«As páginas de 22/11/63 passam a voar, cheias de imediatismo, empatia e suspense. É preciso ser terrivelmente ousado para se aproximar do tema deste romance enquanto escritor. E é necessária uma grande mestria para tornar esta história minimamente credível. Stephen King faz com que tudo pareça fácil.»
The New York Times

«Um livro rico nas suas muitas camadas e com os prazeres que nos habituámos a esperar. Stephen King não é apenas um escritor tão célebre e bem-sucedido como os maiores dos nossos dias; a sua obra faz pensar que, se um viajante do tempo encontrasse um portal para o século XXII e procurasse os autores de hoje que ainda serão lidos amanhã, King seria um deles.»
The Washington Post

«É, muito possivelmente, o romance mais ambicioso e bem conseguido de Stephen King até à data. O ritmo cinematográfico da narrativa de King, que há décadas mantém os leitores acordados para além da hora saudável, é igualmente magistral.»
National Public Radio

«Este romance é claramente o trabalho de um mestre dos mestres. O leitor sente-se imediatamente seguro: recoste-se e relaxe, está nas mãos de um profissional.»
TIME Magazine

E Se... wookacontece 640.jpg

E se...?

Há livros que são escritos com o intuito de responder a uma pergunta simples mas perigosa: e se a História tivesse seguido outro caminho? A literatura tem uma longa tradição de desafiar o que tomamos por garantido e, nesses desvios, revela ângulos do mundo que antes nos escapavam. Ao reinventar o passado, os escritores destes livros não têm o objetivo de apagá-lo, mas sim de expor as suas maiores falhas, questionar quem narra e quem manda e lembrar-nos de que toda a História é também uma forma de ficção. Os romances que se seguem partem desse impulso de reimaginar o passado e de dar forma ao que ficou por acontecer. 22/11/63, de Stephen King Existem muitas teorias da conspiração em torno do assassinato de John F. Kennedy e do que teria acontecido se o presidente dos Estados Unidos da América não tivesse morrido. Stephen King parte desse imaginário e recorre a elementos da ficção científica para escrever 22/11/63, um dos seus romances mais melancólicos e engenhosos. Acompanhamos a aventura de Jake Epping, um professor que descobre um portal que lhe permite viajar no tempo até 1958, alguns anos antes da tragédia. Convencido de que pode alterar o curso da História, ele decide tentar impedir o crime, e tudo parece correr a seu favor. Jake tem tempo suficiente para concretizar o seu plano e trazer informações privilegiadas do futuro, mas começa a encontrar obstáculos em cada esquina. O passado ganha vontade própria e defende-se de quem o tenta mudar, e o que começa como uma missão heroica transforma-se rapidamente num dilema difícil de suportar. Até que ponto alguém tem o direito de corrigir algo que já aconteceu? Mais do que uma história sobre viagens no tempo e mundos paralelos, este é um livro sobre arrependimento, perda e a tentação de recuperar o que ficou irremediavelmente para trás. COMPRO NA WOOK! » O homem do Castelo Alto, Philip K. Dick Em O Homem do Castelo Alto, Philip K. Dick imagina o que teria acontecido se os países do Eixo tivessem vencido a Segunda Guerra Mundial. Os Estados Unidos da América estão divididos em dois, um lado sob domínio japonês e o outro controlado pela Alemanha nazi. No centro da narrativa está um livro proibido que descreve um mundo diferente, o nosso, onde os Aliados venceram. Essa ficção dentro da ficção abre uma brecha no mundo como o conhecemos, e Dick usa-a para pôr em causa a própria noção de verdade. A sua prosa paranoica faz com que tudo pareça estar prestes a desmoronar, e as personagens vivem em permanente desconfiança, sem saber se são livres ou apenas peças num jogo já decidido. Acreditar na possibilidade de outra realidade torna-se o último ato de resistência num mundo que naturalizou a barbárie.
Várias obras do escritor mereceram adaptações icónicas ao cinema, como Blade Runner, Total Recall e Minority Report. O Homem do Castelo Alto deu origem a uma série televisiva, em 2015, que vale muito a pena ver – depois de ler o livro, claro! COMPRO NA WOOK! » A Estrada Subterrânea, de Colson Whitehead No romance A Estrada Subterrânea, de Colson Whitehead, a lendária underground railroad, uma rede secreta do século XIX que ajudava pessoas escravizadas a fugir do sul dos Estados Unidos para o norte livre, deixa de ser um conjunto de rotas e abrigos clandestinos e transforma-se numa ferrovia que corre debaixo da terra, transportando escravos em fuga. A partir desta reinvenção narrativa, a realidade transforma-se em fábula, e é justamente essa dimensão imaginária que nos ajuda a ver com mais clareza a brutalidade deste episódio histórico. Whitehead escreve com precisão e evita qualquer traço de sentimentalismo, e essa contenção acaba por intensificar o realismo mágico da narrativa, ao mesmo tempo que dá força e clareza à mensagem principal, a de que o racismo nunca deixa realmente de existir, apenas muda de forma. COMPRO NA WOOK! » Babel, de R. F. Kuang R. F. Kuang oferece-nos uma forma diferente de pensar sobre a colonização. Enquanto Laurent Binet imagina um mundo em que o poder muda de mãos, Kuang mostra em Babel que a colonização não precisa necessariamente de exércitos nem de fronteiras, pode sobreviver dentro da própria linguagem. Grande parte da ação do livro decorre na Universidade de Oxford, o centro do saber e símbolo do prestígio académico britânico. É lá que se encontra o Real Instituto de Tradução, uma organização através da qual o Império Britânico exerce o seu poder sobre as colónias. Neste mundo imaginado, cada tradução liberta uma energia mágica que o Império aproveita para enriquecer e consolidar o seu poder. O trabalho dos tradutores, que deveria aproximar línguas, converte-se num mecanismo de exploração e, na universidade, os estudantes da disciplina enfrentam uma luta constante entre a admiração pelo conhecimento e a consciência de que esse saber servirá, acima de tudo, para oprimir outros povos. É uma metáfora feroz sobre o domínio cultural e linguístico e sobre a forma como o poder se infiltra até nas palavras que usamos. Kuang transforma o ato de traduzir num gesto político, capaz de libertar ou aprisionar. COMPRO NA WOOK! » Civilizações, de Laurent Binet Imaginem um cenário em que o Império Inca, liderado pelo imperador Atahualpa, consegue sobreviver às doenças e às armas europeias, atravessa o Atlântico e conquista o Velho Mundo. Sob o domínio de um novo senhor, a Europa é saqueada e vê-se subjugada a uma nova fé e a uma cultura que até então desconhecia e com as quais não se identifica. Esta é a premissa de Civilizações, de Laurent Binet, um livro que questiona a herança colonial. Num equilíbrio entre erudição e ironia, e através do uso de documentos, diários e cartas inventadas, o escritor francês cria a ilusão de uma História possível, invertendo os papéis entre colonizador e colonizado. Ao assistir a esta troca de lugares, somos forçados a encarar o absurdo do domínio colonial. O poder de converter e subjugar, que antes parecia natural, revela-se agora intolerável e grotesco. Esta subversão do passado é, ao mesmo tempo, um exercício de empatia, um ajuste de contas e um lembrete de que toda a civilização nasce da ilusão de estar no centro do mundo. COMPRO NA WOOK! »

22/11/63

by Stephen King

Property Description
ISBN: 9789722546522
Publisher: Bertrand Editora
Release Date: January of 2024
Language: Portuguese
Dimensions: 149 x 236 x 47 mm
Cover: Softcover
Pages: 904
Format: Book
Categories: Books in Portuguese > Fiction > Police and Thriller
EAN: 9789722546522
Recommended Minimum Age: Not applicable

Muito bom

Nuno Santos

Não se assustem pelas 900 páginas.. é ler página atrás de página e não conseguir largar o livro. Stephen King é o meu escritor preferido e este livro, facilmente, está no meu top 5 dos livros do autoe

Intrigante

Matias

É um vira-páginas! A história desenrola-se à volta do incidente que causou a morte de JFK. A personagem central encarna o sentimento coletivo de injustiça e de querer, por qualquer meio, descobrir quem disparou, desvendar o mistério e reverter o facto.

ABOUT THE AUTHOR

Stephen King

Stephen King nasceu em Portland, no Maine, em 1947. Após o divórcio dos pais, ainda criança, foi criado pela mãe, Nelly Ruth Pillsbury King. Licenciou-se em Inglês na Universidade do Maine, em 1970, com uma especialização em Ensino. Conheceu a mulher, Tabitha Spruce, nos corredores da biblioteca da universidade, onde ambos trabalhavam enquanto estudantes. Casariam em 1971.
Publica o seu primeiro romance, Carrie, em 1974, cujo contrato de edição lhe permitiu abandonar o ensino e dedicar-se em exclusivo à escrita. Depois? Depois é história, numa vida literária com mais de cinquenta anos e mais de sessenta livros publicados. 'Salem's Lot – A Hora do Vampiro, The Shining, The Stand – A Dança da Morte, Samitério de Animais, It – A Coisa, 22/11/63, O Intruso, Billy Summers, Holly ou Mais Sombrio, entre outros, e todos publicados pela Bertrand Editora, fazem de King um dos grandes mestres da moderna narrativa americana, um autor que concilia inquietação, entretenimento e qualidade literária como nenhum outro.
Das muitas distinções atribuídas ao autor ao longo da carreira destacamos a National Book Foundation Medal for Distinguished Contribution to American Letters (2003), a National Medal of Arts (2014), o PEN America Literary Service Award (2018) e o Hans Christian Andersen Extraordinary Literature Award (2025).

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