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The Counterfeiters - Gide eBook

by André Gide
language: brazilian portuguese
Publisher: Lebooks Editora, May of 2024 ‧
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André Paul Guillaume Gide (1869-1951), known as André Gide, was a renowned French writer. Nobel Prize winner in Literature in 1947 and founder of the prestigious Gallimard Publishing House, André Gide is one of the most prominent figures in French cultural life of this century. His works present many autobiographical aspects and expose moral and religious conflicts that do not disregard his homosexual tendencies. With the experimental novel "The Counterfeiters," written in 1925, André Gide reached the peak of his writing career. It is a novel with a complex and multiple plot, continuously interrupted by reflections from the novelist Edouard. "The Counterfeiters" is currently considered a masterpiece of French literature.

The Counterfeiters - Gide

by André Gide

Property Description
ISBN: 9786558942726
Publisher: Lebooks Editora
Release Date: May of 2024
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 96
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction
eBooks in Portuguese > Social Sciences and Humanities > Sociology
EAN: 9786558942726
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

André Gide

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide (1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

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