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Purity eBook

by Jonathan Franzen
Book eBook
Publisher: Dom Quixote, September of 2015 ‧
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A jovem Pip Tyler não sabe quem é. Sabe que o seu nome verdadeiro é Purity, que tem às costas um empréstimo de cento e trinta mil dólares contraído para poder tirar um curso, que vive numa casa ocupada com anarquistas de Oakland, e que a sua relação com a mãe - a única família que tem - é tempestuosa. Mas não faz a mínima ideia de quem é o pai, da razão que levou a mãe a viver isolada do mundo com um nome inventado, nem de como alguma vez irá ter uma vida normal.

Entram em cena os alemães. Um breve encontro com uma pacifista alemã leva Pip a um estágio na América do Sul, no Projecto Luz Solar, organização que trafica todos os segredos do mundo - incluindo, espera Pip, o segredo das suas origens pessoais. O PLS nasceu da ideia de Andreas Wolf, um provocador carismático que alcançou a fama no caos que se seguiu à queda do Muro de Berlim. Agora foragido na Bolívia, Andreas sente-se atraído por Pip por razões que ela não compreende, e a intensidade com que lhe corresponde arrasa as suas ideias convencionais sobre o certo e o errado.

Purity é uma fascinante história de idealismo juvenil, fidelidade extrema e assassínio. O autor de Correcções e Liberdade imaginou um mundo de personagens brilhantemente originais - californianos e alemães de leste, bons progenitores e maus progenitores, jornalistas e denunciantes - e segue-lhes as pistas entretecidas por paisagens tão contemporâneas como a omnipresente Internet, e tão antigas como a guerra entre os sexos.
Purity é o livro mais ousado e penetrante até hoje escrito por um dos mais importantes autores da actualidade.

Purity

by Jonathan Franzen

Property Description
ISBN: 9789722058209
Publisher: Dom Quixote
Release Date: September of 2015
Language: Portuguese
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Romance
EAN: 9789722058209
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Mediano

Diogo Barbosa

Não há dúvida de que prende pela sua simplicidade narrativa. Mas, como já foi dito, soa a blockbuster e não traz nada de realmente único. Recorrência excessiva e muitas vezes absurda ao tema também fácil do sexo. Mediano.

Apenas razoável

Armando Seixas

As metáforas de mau gosto abundam ao longo do calhamaço. Além da que foi citada por outro comentador, não resisto a registar outra "pérola", na página 35: "o sorriso de Anngret era tão quente que se podia tomar banho nele"! Por outro lado, há partes do livro tão prolixas que parece apenas ter por objectivo encher 694 páginas (na edição portuguesa). Aliás, parece ser moda nos EU privilegiar livros de muitas páginas - 1000 seria o ideal. Enfim, dizem ser o autor do século. Há cada ideia...

romance sobrevalorizado

Romeu Pereira

Purity chegou-nos dos Estados Unidos com críticas superlativas. Mas a verdade é que depois de se ler percebe-se rapidamente que as críticas eram exageradas. A história é uma história de cinema, com personagens de cinema, com os seus problemas morais (mas quantos personagens destes não há na literatura?) e nada mais do que isso. A escrita, ainda que ali e acolá eloquente, não surpreende. Amarra o leitor pela sua simplicidade, e por amarrar pela sua simplicidade pode fazer-nos acreditar que o autor é um grande escritor. Mas na realidade é apenas um bom escritor, e nada mais. Veja-se por exemplo esta metáfora, retirada da página 460: "A minha cabeça era um rádio que dava Anabel em todas as estações." Metáforas como estas, e comparações pobres e mais retiradas daquele humor que se pratica em blogues, são comuns ao longo do livro. Não merece do destaque que lhe é dado.

ABOUT THE AUTHOR

Jonathan Franzen

Jonathan Franzen nasceu em 1959 no Illinois e vive em Nova Iorque. É autor de quatro romances: The Twenty-Seventh City (1988), Strong Motion (1992), Correcções (2001) e Freedom (2010); e de duas obras de não-ficção: How to Be Alone (2002) e The Discomfort Zone (2006). Foi considerado pela Granta e pelo The New Yorker como um dos melhores romancistas norte-americanos com menos de quarenta anos. Poucas obras conseguiram um reconhecimento da crítica e do público tão unânime como Correcções , que teve mais de um milhão de leitores nos Estados Unidos, foi classificado como obra-prima e como «o grande romance do século», conheceu uma difusão internacional sem precedentes com a publicação em quase todas as línguas e um sólido projecto cinematográfico. Com Correcções, Jonathan Franzen obteve ainda o National Book Award 2001 e o James Tait Black Memorial Prize 2002. Em Agosto de 2010, Jonathan Franzen foi capa da revista Time - uma honra que não era concedida a um autor vivo há uma década - com as palavras «O Grande Romancista Americano» em grande destaque.

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