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Os Melhores Contos De Graciliano Ramos eBook

by Graciliano Ramos
language: brazilian portuguese
Publisher: Lebooks Editora, January of 2024 ‧
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Graciliano Ramos foi um renomado escritor brasileiro, considerado um dos principais representantes do Modernismo no Brasil. Nascido em Quebrangulo, Alagoas, Ramos iniciou sua carreira como jornalista e, posteriormente, tornou-se conhecido por suas obras literárias. Graciliano é reconhecido como o principal escritor do Modernismo, integrando o grupo que iniciou o realismo crítico ao abordar os desafios brasileiros, tanto de forma geral quanto específica a uma determinada região, nos chamados Romances Regionalistas. Além de grande romancista, Graciliano foi também um excepcional contista: o estilo próprio de sua narrativa, sem floreios, seco e simples, propicia uma abordagem direta e profunda das situações e personagens retratadas, o que é uma qualidade de imenso valor no gênero Conto, caracterizado por uma narrativa curta e descrição precisa. Graciliano Ramos publicou duas coletâneas de contos: Dois Dedos (1945) e Histórias Incompletas (1946), além de contos avulsos ou inseridos em outras obras. Em Os Melhores Contos de Graciliano Ramos,  o leitor encontrará uma seleção, "de tirar o folego", uma preciosa amostra do enorme talento daquele que é considerado um dos melhores autores da literatura brasileira.

Os Melhores Contos De Graciliano Ramos

by Graciliano Ramos

Property Description
ISBN: 9786558943693
Publisher: Lebooks Editora
Release Date: January of 2024
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 92
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Collection: Col. Melhores Contos
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction
eBooks in Portuguese > Fiction > Short stories
EAN: 9786558943693
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

Graciliano Ramos

A 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas, nasce Graciliano Ramos de Oliveira, um dos maiores romancistas da história da literatura brasileira e latina, primeiro dos 16 filhos de Sebastião Ramos de Oliveira e Maria Amélia Ferro Ramos. É criado na Fazenda Pintadinho, sertão de Pernambuco. Com sete anos de idade, vivendo em Viçosa, Graciliano passa a estudar no Internato Alagoano. É neste colégio que vê a sua primeira obra publicada: o conto Pequeno pedinte, no jornalzinho O Dilúculo (alvorada), sob a assinatura de G. Ramos.
Em 1905, Graciliano vai para Maceió, e é matriculado no Colégio Quize de Março. Nesta época, dedica-se ao estudo do inglês, do francês, e do italiano. Aos 17 anos de idade, sob o pseudónimo Almeida Cunha – um dos hábitos do escritor era a adoção de pseudónimos -, publica o soneto Céptico.
Ao completar dezoito anos, chega a Palmeira dos Índios, onde passa a residir, ajudando o pai no seu estabelecimento comercial, uma pequena loja de tecidos. Entre l914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalha como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século, sob as iniciais R.O. (Ramos de Oliveira). Em seguida, volta a Palmeira dos Índios, onde vários de seus familiares morrem num surto de peste bubónica. É lá que se casa, a 21 de outubro de 1915, com Maria Augusta de Barros, costureira do interior que morre cinco anos depois, deixando-lhe quatro filhos. Em 1917, começa a trabalhar como lojista, e nove anos mais tarde casa-se novamente, agora com Heloisa Medeiros.
A 7 de janeiro de 1928, Graciliano assume a prefeitura de Palmeira dos Índios, experiência que lhe oferece material para o primeiro romance, Caetés, publicado somente em 1933. Em 1930, renuncia ao cargo, sendo, em seguida, nomeado diretor da Imprensa Oficial do Estado, de onde se demite em dezembro de 1931 por motivos políticos. No ano seguinte começa a colocar no papel, em Palmeira dos Índios, o seu segundo romance, São Bernardo, em boa parte escrito na sacristia da igreja Matriz da cidade. Em 1933, é nomeado diretor de Instrução Pública de Alagoas – cargo hoje correspondente ao de secretário de Estado da Educação -, permanecendo até 1936. Por conta do que, na época, foi chamado "ideias extremistas", foi detido e preso sem processo regular em vários presídios do Rio de Janeiro. O seu drama e dos companheiros de cadeia seriam relatados em Memórias do cárcere, publicado postumamente em 1953.
Angústia, lançado em 1936, é considerado o romance tecnicamente mais complexo de Graciliano Ramos, no qual o autor retrata a cidade de Maceió daquela época. Mas é em 1938 que o autor escreve o livro que se tornaria a sua obra-prima: Vidas secas,o seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico da sua região – melhor expressão do seu estilo, com ênfase regionalista. Graciliano Ramos – o Mestre Graça, como era carinhosamente tratado – morre na Cidade do Rio de Janeiro, no dia 30 de março de 1953, aos 61 anos.

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