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Os Crimes Do Verão De 1985 eBook

by Miguel D'Alte
Book eBook
Publisher: Suma de Letras, October of 2023 ‧
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Verão. 27 de agosto de 1985. Numa noite de tempestade, duas crianças e a sua cuidadora, Beatriz - uma adolescente de dezasseis anos -, desaparecem da casa de férias dos Mariz, uma família abastada de Lisboa, ligada à banca, na pequena Ilha do Poço Negro.

Quando os pais regressam depois de jantar, encontram a casa vazia e sinais de luta e sangue. Em pânico, e com a ajuda de Ademar Lear - um jovem jornalista que passava na rua a caminho de casa -, contactam as autoridades. A ilha está isolada devido à tempestade, as buscas decorrem toda à noite, sem sucesso. De manhã, após a tempestade passar, uma dupla de inspetores da Polícia Judiciária chega à ilha para investigar. a população acorda em choque e acolhe as forças da autoridade com desconfiança; jornalistas invadem a ilha: o caso torna-se mediático. Dias depois, o violento namorado de Beatriz é preso. Todas as provas apontam para ele, mas são circunstanciais. É então que confessa os crimes e é condenado.

Até que, em 2012, um documentarista estrangeiro chega à ilha com novas provas sobre o caso e entra em contato com Ademar Leal - jornalista caído em desgraça, atormentado pela investigação que o tornou famoso -, entretanto regressado à ilha.

O que se passou no verão de 1985?

Os Crimes Do Verão De 1985

by Miguel D'Alte

Property Description
ISBN: 9789897875199
Publisher: Suma de Letras
Release Date: October of 2023
Language: Portuguese
Pages: 384
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Police and Thriller
EAN: 9789897875199
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Surpreendente e forte demais no fim

Daniella Santos (escritora)

Eu gostei bastante deste livro. A narrativa é ótima, a história também é. Suspense do início ao fim. O único defeito a meu ver é que se tornou em partes repetitivo. Já estou curiosa para ler o outro dele.

Surpreendente

Sílvia Miranda

Ao começar Os Crimes do Verão de 1985, senti que estava a entrar numa história pesada, daquelas em que o passado nunca ficou verdadeiramente enterrado. O ambiente da ilha é sufocante e inquietante, e isso foi, para mim, um dos aspetos mais fortes do livro. A sensação de que “toda a gente sabe alguma coisa, mas ninguém diz tudo” acompanha-nos do início ao fim. Gostei da forma como Miguel d'Alte constrói o mistério aos poucos, sem pressa, obrigando o leitor a desconfiar de tudo e de todos. Não é um livro de ação constante, mas sim de tensão psicológica, o que considero um ponto positivo e muito interessante. A alternância entre 1985 e o presente ajuda a manter o interesse e faz-nos perceber como um crime pode marcar uma comunidade inteira durante décadas. No geral, foi uma leitura que me prendeu. É um livro que faz pensar sobre culpa, justiça e sobre a facilidade com que se aceita uma versão dos factos quando é conveniente. Não é um thriller leve, mas é certamente um livro que fica na memória depois da última página. Irei certamente ler mais livros deste autor, que recomendo sem reservas.

Que história empolgante!

CD

Um misto de João Tordo e Joël Dicker para nos contar uma história terrível, com um suspense intenso. Dificilmente se consegue parar a leitura. Um autor que irei definitivamente seguir.

Viciante!

Lina Martins

Sem quase saber nada deste escritor, pedi no meu aniversário (12/4/2025) este livro. "Devorei-o" em um dia e uma horas. Uma escrita fluida e leitura viciante. Mais um escritor português para seguir, juntamente com o João Tordo.

Uma leitura compulsiva!!

Teresa

Quando terminei de ler este livro, dei por mim a pensar há quanto tempo não lia um thriller tão bom, que se torna ainda melhor por ser de um autor português! Miguel d'Alte tem uma escrita incrivelmente cativante, a cada página temos mais vontade de conhecer melhor os personagens e de tentar compreender o que realmente aconteceu no misterioso verão de 1985! A estória foi muito bem conseguida e tem um desenrolar super interessante, a cada capítulo há uma nova reviravolta que nos faz por em causa quaisquer teorias que possamos ter sobre o autor dos crimes e acaba por ter um final completamente inesperado! São notórias algumas semelhanças a Joel Dicker, recomendo muito a quem gosta deste autor!

Bom policial

Paulo Rodrigues

Um bom policial deste autor que tem outro livro muito bom, O Lento Esquecimento de ser. Merece ser lido

Um Thriller espetacular!

Bruno Santos

Fiquei agarrado do início ao fim e o tempo todo a imaginar o que raio teria acontecido naquela noite de Verão em 1985!  ¿¿¿ Vamos aos poucos descortinando a verdadeira história e adquirindo os detalhes do caso. Esta foi uma investigação que me fez, a cada momento, desconfiar de todas as pessoas e mais alguma que se cruzavam na minha leitura. Mas sou sincero que não acertei em nenhuma ¿ E o fim? Não quero dar spoilers, deixo só a minha reação em emoji: ¿¿¿ Mesmo não tendo capacidades para ser um detetive, a leitura foi muito boa e deixou-me com vontade de continuar a ler o que o Miguel tem para oferecer. É sem dúvida uma mais valia para a vossa estante e para os autores portugueses!

Entusiasmante!!

TeresaC

Apesar ler poucos livros deste género, muito devido aos estereótipos que costumo encontrar e que aqui não são excepção, e muito embora tenha desvendado a coisa relativamente cedo, devo dizer que devorei este Crimes do Verão de 1985 com entusiasmo permanente!! Gostei tanto! No final tudo bate certo e, convenhamos, não é fácil ao autor ir dando pequenas pistas ao mesmo tempo que não pode mostrar demasiado. É um equilíbrio tramado de se conseguir... Portanto, os meus sinceros parabéns ao Miguel d'Alte! Será que nos trará mais histórias, este Ademar Leal?! Estou muito curiosa com o resto da sua obra.

Policial à Portuguesa

R.Marques

Os Crimes do Verão de 1985 são uma verdadeira surpresa, um policial cheio de ritmo, personagens bem construídos, bem desenvolvidos, com várias camadas numa história muito bem conseguida, com reminiscências a momentos marcantes da vida portuguesa. O Miguel escreve bem, consegue levar-nos a acreditar na existência daquela ilha e daquelas gentes, queremos descobrir o que aconteceu a Beatriz e aos seus sonhos, de alguma forma e pela maneira como a narrativa é feita, faz lembrar um pouco de Joel Dicker.

Viciante e envolvente

Ricardo Trindade, O Informador

Numa noite de Verão em 1985, uma jovem e duas crianças que estavam ao seu encargo desaparecem de forma misteriosa na pequena Ilha do Poço Negro. A família abastada Matiz passava os seus períodos de férias fora de Lisboa e partia para descanso neste paraíso nacional, recorrendo quando era necessário a Beatriz Lessa para tomar conta dos seus filhos sempre que se tinham de ausentar por algumas horas da sua casa de férias para eventos com a população local. No entanto numa noite de tempestade, quando o casal regressa a casa nem sinal da babysitter e dos seus filhos. A partir daqui o leitor é convidado a conhecer os dias que antecederam estes desaparecimentos, o pós perante a investigação decorrida e o período de 2012, onde o conhecido jornalista Ademar Leal, que acompanhou o caso na altura, é convidado a recuperar este tema por um documentarista internacional, também ele misterioso, e juntos pretendem descobrir, com a ajuda do responsável da GNR, o chefe Pratas, o que na altura dos acontecimentos parece ter ficado mal esclarecido e resolvido pela investigação a cargo de José Gonçalves. Será que o namorado de Beatriz, Romeu, considerado e assumindo-se culpado na altura dos acontecimentos, foi mesmo o responsável por estes desaparecimentos? Em 2012 Romeu está em liberdade e a verdade sobre este caso vai ser revelada e entre jornalistas, inspetores, padres e espiões, muito existe para se conhecer neste thriller envolvente. Miguel D'Alte com Os Crimes do Verão de 1985 consegue viciar e surpreender o leitor que fica agarrado do início ao fim a esta narrativa por se querer perceber perante as sucessivas reviravoltas o que realmente aconteceu e quem está por detrás deste mistério que acabou por envolver toda a população desta até então pacata ilha portuguesa.

Viciante e envolvente

Ricardo Trindade, O Informador

Numa noite de Verão em 1985, uma jovem e duas crianças que estavam ao seu encargo desaparecem de forma misteriosa na pequena Ilha do Poço Negro. A família abastada Matiz passava os seus períodos de férias fora de Lisboa e partia para descanso neste paraíso nacional, recorrendo quando era necessário a Beatriz Lessa para tomar conta dos seus filhos sempre que se tinham de ausentar por algumas horas da sua casa de férias para eventos com a população local. No entanto numa noite de tempestade, quando o casal regressa a casa nem sinal da babysitter e dos seus filhos. A partir daqui o leitor é convidado a conhecer os dias que antecederam estes desaparecimentos, o pós perante a investigação decorrida e o período de 2012, onde o conhecido jornalista Ademar Leal, que acompanhou o caso na altura, é convidado a recuperar este tema por um documentarista internacional, também ele misterioso, e juntos pretendem descobrir, com a ajuda do responsável da GNR, o chefe Pratas, o que na altura dos acontecimentos parece ter ficado mal esclarecido e resolvido pela investigação a cargo de José Gonçalves. Será que o namorado de Beatriz, Romeu, considerado e assumindo-se culpado na altura dos acontecimentos, foi mesmo o responsável por estes desaparecimentos? Em 2012 Romeu está em liberdade e a verdade sobre este caso vai ser revelada e entre jornalistas, inspetores, padres e espiões, muito existe para se conhecer neste thriller envolvente. Miguel D'Alte com Os Crimes do Verão de 1985 consegue viciar e surpreender o leitor que fica agarrado do início ao fim a esta narrativa por se querer perceber perante as sucessivas reviravoltas o que realmente aconteceu e quem está por detrás deste mistério que acabou por envolver toda a população desta até então pacata ilha portuguesa.

Excelente

Ana C.

Um thriller de nos deixar com os cabelos em pé, por mais voltas que desse, estive até ao fim do livro, sem perceber quem era o autor dos crimes, cada vez que eu desconfia de alguém , lá vinha algo ou algum motivo e lá voltava à estaca zero. Este livro é uma leitura bastante interessante, recomendo mesmo a leitura do mesmo.

Obsessão em encontrar a verdade

Ler, um prazer adquirido

Uma ilha esquecida pelo mundo e pelo tempo, qual civilização perdida, onde nevava no inverno e fazia um calor abrasador no verão foi onde se deu os crimes de 85. A Ilha do Poço Negro, à qual Ademar Leal regressa ao fim de vinte e sete anos em que vai remexer neste caso, nunca fechado porque não houve corpos e apenas uma confissão. Como jornalista tinha como obsessão encontrar a verdade e esta personagem convenceu-me nas primeiras páginas desta trama que recua e avança. Gosto de personagens credíveis e até reprováveis mas muito humanas. E o misterioso Elias Rufino também me agradou. Sherlock Holmes e o seu inseparável parceiro Dr. Watson foi o que me ocorreu. Um thriller bem construído que não me deixou antecipar nada e que me prendeu à história com muito interesse através de capítulos curtos e muito bem pensados .

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