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O Príncipe Feliz E Outros Contos Infantis eBook

by Oscar Wilde
language: brazilian portuguese
Publisher: Cartola Editora, May of 2026 ‧
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Nesta edição, os dois livros de contos de fadas de Oscar Wilde se encontram em um só volume para encantar leitores de todas as idades. Publicadas originalmente em O Príncipe Feliz e outros contos (1888) e A casa das romãs (1891), tais histórias unem beleza, humor e compaixão para falar de amizade, sacrifício, vaidade e redenção: fábulas luminosas que continuam atuais e inesquecíveis. Do príncipe de ouro que descobre o valor da generosidade à andorinha que desafia o frio por amor; do gigante que aprende a dividir ao rojão que pensa apenas em brilhar; do jovem rei que questiona a própria coroa à criança-estrela que precisa reaprender o que é ser humano; Wilde transforma cada conto em uma parábola afetiva e afiada, feita para tocar e fazer pensar. Leitura perfeita para pais, educadores e amantes da boa literatura, O Príncipe Feliz e outros contos infantis celebra a imaginação e a empatia – lembrando que, por trás do brilho das histórias, há sempre um coração que aprende a ver o outro.

O Príncipe Feliz E Outros Contos Infantis

by Oscar Wilde

Property Description
ISBN: 9786554372091
Publisher: Cartola Editora
Release Date: May of 2026
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 171
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Other Literary Forms
EAN: 9786554372091
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ABOUT THE AUTHOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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