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Los Alimentos Terrenales Y Los Nuevos Alimentos eBook

André Gide

by André Gide
language: brazilian portuguese
Publisher: Lebooks Editora, January of 2023 ‧
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André Paul Guillaume Gide (1869-1951), conocido como André Gide, fue un renombrado escritor francés. Premio Nobel de Literatura en 1947 y fundador de la prestigiosa Editora Gallimard, André Gide es el autor de livros memorables como: "El Inmoralista", "Si la semilla no muore", "La puerta Estrecha" "Los Monederos Falsos", entre otros.  Su obra tiene muchos aspectos autobiográficos y en ella se exponen conflictos morales, religiosos y sexuales. Publicada en 1897, Los Alimentos Terrenales fue escrita por Gide mientras estaba enfermo de tuberculosi. La obra adopta la forma de una larga carta o discurso dirigido a un corresponsal imaginario — Nathaniel, discípulo y compañero idealizado — y es, en apariencia, un canto a los embriagadores placeres que solo puede valorar quien se encuentra próximo a la muerte y siente como un milagro hasta el respirar. La su combinación de prosa didáctica y entusiasta, que incorpora versos y cánticos, determinó que fuera leído como una especie de evangelio alternativo, y fue durante mucho tiempo la obra más popular de Gide, debido, en buena parte, a su postura radical sobre la homosexualidad.

Los Alimentos Terrenales Y Los Nuevos Alimentos

André Gide

by André Gide

Property Description
ISBN: 9786558941798
Publisher: Lebooks Editora
Release Date: January of 2023
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 148
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction
eBooks in Portuguese > Social Sciences and Humanities > Sociology
EAN: 9786558941798
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

André Gide

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide (1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

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