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É Morto Pulcinella...! eBook

Literatura

by Raul Pompeia
language: brazilian portuguese
Publisher: Pop Stories, September of 2022 ‧
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Em "É morto Pulcinella...!", Raul Pompeia traz à tona a melancolia da viscondessa Amélia, uma jovem cujas escolhas são moldadas pelo patriarcado e pelas rígidas expectativas de sua sociedade. Forçada a um casamento arranjado por seu pai, ela se vê dividida entre o dever e a paixão por Armando, o pintor que a cativou ao retratar seu rosto. A história mergulha nas tensões entre o desejo de liberdade e as imposições de um mundo machista, onde a mulher é frequentemente refém das convenções sociais. Pompeia, com uma escrita sensível, explora a luta de Amélia por seu amor genuíno e sua busca por autonomia, revelando as complexas angústias de viver em uma sociedade que limita a liberdade feminina.

É Morto Pulcinella...!

Literatura

by Raul Pompeia

Property Description
ISBN: 9786554112376
Publisher: Pop Stories
Release Date: September of 2022
Language: Brazilian Portuguese
Pages: 11
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Collection: Minipops
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Fiction
eBooks in Portuguese > Fiction > Short stories
EAN: 9786554112376
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

ABOUT THE AUTHOR

Raul Pompeia

Raul Pompeia nasceu a 12 de abril de 1863, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Aos 11 anos de idade, o autor ingressou num internato, no Colégio Abílio, no Rio de Janeiro. Mais tarde, estudou Direito no Largo de São Francisco na Faculdade de Direito de São Paulo. Durante os seus anos de Faculdade de Direito, o autor tornou-se abolicionista e republicano. Optou por não exercer a advocacia após a sua licenciatura. Posteriormente, iniciou uma carreira no jornalismo, além de ser professor na Escola de Belas Artes e diretor da Biblioteca Nacional. Foi quando se tornou apoiante do governante autoritário Floriano Peixoto, que colidiu com alguns dos principais intelectuais do país. Atuou em movimentos favoráveis à abolição da escravatura e também pelo fim da monarquia e implantação da República. Porém, em função das suas posições polémicas e, muitas vezes inflexíveis, sofreu perseguições políticas, que acabaram por provocar a sua reprovação na faculdade. A 25 de dezembro de 1895, no Rio de Janeiro, o autor suicidou-se aos trinta e dois anos. É hoje considerado um dos principais representantes do Realismo e do Naturalismo e um dos grandes escritores do século XIX, na literatura brasileira.

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