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Amálgama eBook

by Rubem Fonseca
Book eBook
Publisher: Sextante Editora (chancela), November of 2014 ‧
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Um assassino de anões que reflete sobre o amor; um homem que mata gatos e cães mas tem pudor em proferir palavras torpes; um rapaz que odeia gente má e usa a sua bicicleta como instrumento da justiça; vários escritores frustrados. No mais recente livro de Rubem Fonseca, os contos e alguns poemas - pungentes, intrigantes, secos como um soco - perambulam pela cidade.

Amálgama

by Rubem Fonseca

Property Description
ISBN: 978-989-676-123-3
Publisher: Sextante Editora (chancela)
Release Date: November of 2014
Language: Portuguese
Pages: 144
Format: eBook
File Format and Compatibility:
Categories: eBooks in Portuguese > Fiction > Short stories
Recommended Minimum Age: Not applicable

Leitura interessante

Joana Leal

Escrita seca, por vezes divertida, irónica. O protagonista de cada conto parece ser sempre uma mesma pessoa, embora com passado distinto. Uma espécie de alter ego (do autor?) que acompanha o leitor ao longo das páginas dos vários contos.

Mais um grande livro

António Simões

Mais um grande livro deste autor que eu adoro: Rubem Fonseca. Acho que todos devíamos ler um livro dele na vida e este pode ser um bom pontapé de saída. Recomendo!

Amálgama: um "murro no estômago"

Cláudia Sobral Azevedo

Ler "Amálgama" é como apanhar um "murro do estômago". Com uma concisão notável, o Ruben Fonseca espreita e põe a nu as imperfeições, as mentiras, os segredos e as loucuras, mas também as paixões que caracterizam o ser humano. Nesta obra, o autor brasileiro mistura obscenidades, crimes a sangue frio e o nome da mulher amada escrito "com letras de macarrão". O resultado é o "caldo" de que todos somos feitos. É impossível ficar indiferente.

pequenos contos de Fonseca

Claudino Moura

Este pequeno livro parece uma súmula do melhor que Fonseca escreveu ao longo do tempo. Contos curtos e pequenos poemas que se lêem rapida e avidamente. Os temas são os habituais no autor: amores chulos, assassinatos, droga a bas-fond da vida carioca, mas também o sentir das personagens, o seu sentido ético, a sua reflexão sobre o que fazem e sentem. Enfim, aqui estão pasmadas as virtudes e vilezas da humanidade.

Um dos Grandes Escritores de Língua Portuguesa

Carlos Santos Oliveira

Vencedor por várias vezes do Prémio Jabuti (maior galardão da Literatura Brasileira) o que sucedeu também com a presente obra. Galardoado igualmente com o Prémio Camões entre outros, Rubem Fonseca é um dos Grandes Escritores de Língua Portuguesa. Este seu último livro é um repositório dessa qualidade literária, onde a ironia e o escavar até à raiz as tara humanas se aliam a uma escrita concisa, produzindo um texto empolgante.

Mesmo uma amálgama!

Vasco Costa

Para quem já leu perto de uma dezena de livros do Rubem Fonseca, este desilude um pouco. Dá ideia que o autor disse: escrevi isto, publiquem porque sou o RF. Uma mistura de muita coisa que sabe a pouco.

ABOUT THE AUTHOR

Rubem Fonseca

Nasceu em Juiz de Fora (Minas Gerais), no Brasil, a 11 de maio de 1925. É um dos mais prestigiados escritores brasileiros contemporâneos e um dos expoentes máximos da literatura de língua portuguesa. Traduzido em todo o mundo, foi galardoado com seis prémios Jabuti e, pelo conjunto da sua obra, com o Prémio Camões em 2003. Em 2015, recebeu o Prémio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL).
É autor de uma vasta obra narrativa, contista e romancista, que tem vindo a ser publicada em Portugal, desde 2010, pela Sextante Editora. Os romances Agosto e A Grande Arte são duas das suas obras incontornáveis, exemplos máximos da sua escrita sóbria e de um realismo «duro» que fez escola na literatura brasileira: «todas as palavras devem ser usadas», disse uma vez numa entrevista.
A Carne Crua — uma coleção de 26 contos inéditos, lançada em Portugal há precisamente um ano —, que viria a ser a sua derradeira criação, juntam-se atualmente no catálogo da Sextante os romances O Seminarista, Buffo & Spallanzani (Prémio Literário Casino da Póvoa do Correntes d’Escritas), A Grande Arte, Agosto e O Selvagem da Ópera, os livros de contos Calibre 22, Axilas & Outras Histórias Indecorosas, Histórias Curtas e Amálgama, e a autobiografia de infância intitulada José.
Rubem Fonseca faleceu no Rio de Janeiro a 15 de abril de 2020, vítima de um enfarte do miocárdio. Após a sua morte foi editado O Doente Molière.

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