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Metrópolis Audiobook

by Thea Von Harbou
language: spanish
Publisher: Locutor Alfredo Giménez, June of 2024 ‧
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Ciencia y fantasía, horror y belleza, misterio, amenaza, locura, magnificencia, significado... por una vez en la vida todos esos elementos se combinaron mágicamente para crear el clásico imaginativo, la obra suprema: Metrópolis. Éste es el libro que ha sido definido como una obra genial. "Estoy de acuerdo. La experiencia que le suponga su lectura le durará el resto de su vida" FORREST J. ACKERMAN "Este libro no es de hoy ni del futuro. No habla de un lugar. No sirve a ninguna causa, partido o clase. Tiene una moraleja que se desprende de una verdad fundamental: «Entre el cerebro y el músculo debe mediar el corazón»" THEA VON HARBOU

Metrópolis

by Thea Von Harbou

Property Description
ISBN: 4067248696910
Publisher: Locutor Alfredo Giménez
Release Date: June of 2024
Language: Spanish
Format: Audiobook
Length: 8 hours and 26 minutes
File Size 239.28 MB
File Format and Compatibility:
Categories: Audiobooks in Spanish > Fiction > Romance
EAN: 4067248696910

ABOUT THE AUTHOR

Thea Von Harbou

Thea von Harbou (1888-1954) foi uma escritora, argumentista, atriz e realizadora alemã.
Criança prodígio, criada no seio de uma família aristocrática e de funcionários públicos, estudou com tutores privados. Aos 13 anos, lia em diversas línguas e já tinha publicado histórias e um livro de poemas.
Mas Thea era uma rapariga moderna e queria ganhar a vida. Contra a vontade do pai começou a trabalhar como atriz sem nunca deixar de escrever e publicar. Casou-se muito jovem, aos 18 anos, durante a Primeira Guerra Mundial. Autora de dezenas de argumentos de alguns dos filmes mais importantes do expressionismo alemão, colaborou com o seu segundo marido, Fritz Lang, mas também com F. W. Murnau, Carl Dreyer ou E. A. Dupont.
Depois do seu divórcio de Lang, que, entretanto, tinha começado a perseguir jovens atrizes, Thea apaixona-se e casa-se secretamente com um estudante indiano a residir então na Alemanha. O casamento teve de ser secreto porque o partido nazi não permitia a união de uma ariana com um homem de pele mais escura. Nunca deixou a Alemanha mesmo durante o período nazi. Realizou dois filmes, mas não gostou da experiência, preferindo continuar a trabalhar como argumentista das películas de propaganda do regime.
No pós-guerra, foi feita prisioneira. Embora muitos a acusassem de simpatias nazis, Thea afirmou ter continuado a trabalhar para ajudar secretamente imigrantes indianos como o seu marido. Entre 1945 e 1946 trabalhou nas ruas a recolher entulho.
Anos mais tarde foi reabilitada e o cinema alemão prestou-lhe homenagem, mas Harbou estava já muito debilitada e viria a falecer aos 65 anos, tendo escrito até aos últimos momentos de vida, ditando na cama no hospital.

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