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White Nights eBook

de Fiódor Dostoiévski
idioma: inglês
Editor: Adelphi Press, junho de 2018 ‧
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Ebook para ADE
Our narrator loves St. Petersburg at night time. He no longer feels comfortable during the day because all of the people he was used to seeing are not there. He drew his emotions from there. If they were happy, he was happy. If they were despondent, he was despondent. He felt alone when seeing new faces. He also knew the houses. As he strolled down the streets they would talk to him and tell him how they were being renovated or painted a new colour or being torn down. He lives alone in a small apartment in Saint Petersburg with only his older, non-social maid Matryona to keep him company.

White Nights

de Fiódor Dostoiévski

Propriedade Descrição
ISBN: 9781787246119
Editor: Adelphi Press
Data de Lançamento: junho de 2018
Idioma: Inglês
Páginas: 58
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Food For Thought
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Literatura > Ficção
eBooks em Inglês > Outros
EAN: 9781787246119
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Fiódor Dostoiévski

Fiódor Dostoiévski ( Moscovo, 11.11.1821 - S. Petersburgo, 09.02.1881) foi um dos grandes percursores, como Emily Brontë, da mais moderna forma do romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virgina Woolf entre outros. Filho de um médico militar, aos 15 anos é enviado para a Escola Militar de Engenharia. de S. Petersburgo. Aí lhe desperta a vocação literária, ao entrar em contacto com outros escritores russos e com a obra de Byron, Vítor Hugo e Shakespeare. Terminado o curso de engenharia, dedica-se a fazer traduções para ganhar a vida e estreia-se em 1846 com o seu primeiro romance, Gente Pobre. Após mais umas tentavivas literárias, foi condenado à morte em 1849, por implicação numa suspeita conjura revolucionária. No entanto, a pena foi-lhe comutada para trabalhos forçados na Sibéria. Durante os seus anos de degredo teve uma vida interior de caráter místico, por ter sido forçado a conviver com a dura realidade russa, o que também o levou a familiarizar-se com as profundezas insuspeitas da alma do povo russo. Amnistiado em 1855, reassumiu a atividade literária e em 1866, com Crime e Castigo, marca a ruptura com os liberais e radicais a que tinha sido conotado. As obras de Dostoiévski atingem um relevo máximo pela análise psicológica, sobretudo das condições mórbidas, e pela completa identificação imaginativa do autor com as degradadas personagens a que deu vida, não tendo, por esse prisma, rival na literatura mundial. A exatidão e valor científico dos seus retratos é atestada pelos grandes criminalistas russos. Neste grande novelista, o desejo de sofrer traz como consequência a busca e a aceitação do castigo e a conceção da pena como redentora por meio da dor.

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