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Um Apátrida Metafísico eBook

de E. M. Cioran
idioma: português do brasil
Editor: Editora Âyiné, abril de 2025 ‧
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Ebook para wook reader
Este livro contém muitas entrevistas, recordações pessoais, histórias de um homem que gostava de se chamar apátrida. O seu nome era Emil Cioran. Um filósofo, um escritor, um pensador, uma ferida. Emil Cioran. Este livro tem um efeito revigorante imediato na alma humana, por muito que exprima uma concepção da vida sombria e sem sentido. É o pensamento de Emil Cioran e também o seu contrário. A sua leitura suscita o entusiasmo, o impulso vital, o desejo de aceitar a vida lutando contra ela. Cioran combate Cioran. O seu efeito intensificador tem uma ação prolongada, que pode durar muito e para sempre. Se use este livro como se quiser, excedendo mesmo as doses indicadas. Como todos os bons livros, este livro pode causar efeitos indesejáveis, embora nem todas as pessoas os experimentem. Estes efeitos incluem a repetição de algumas frases: «haverá sempre um conflito entre o que sei e o que sinto«, «os homens têm de se habituar a viver sem objetivo«, «se não tivesse escrito, talvez me tivesse tornado um assassino«. Afiado, sistemático, hilariante, escandaloso, cheio de raiva. Uma overdose pode provocar delírios alucinatórios, euforia súbita, emoção, ternura, voo.

Um Apátrida Metafísico

de E. M. Cioran

Propriedade Descrição
ISBN: 9786559981779
Editor: Editora Âyiné
Data de Lançamento: abril de 2025
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 300
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9786559981779

SOBRE O AUTOR

E. M. Cioran

Emil Cioran (1911-1995) foi um filósofo romeno. Atormentado por insónias lacerantes e sem conseguir terminar a sua tese de doutoramento, escreveu o seu primeiro livro, Nos Cumes do Desespero (1934). Em 1937, obtém uma bolsa de doutoramento do Instituto Francês de Bucareste e muda-se para Paris. Nunca chega a frequentar o curso. Em 1949, publica o seu primeiro livro em francês. A adoção da língua de Molière é considerada pelo autor um segundo nascimento e valeu-lhe uma fama e um público crescentes. Rejeitando honras e prémios, manteve-se fiel até à sua morte, em 1995, ao seu pessimismo congénito, marcado por uma fina ironia.

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