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The Seven Who Were Hanged And Other Stories eBook

Leonid Andreiev

de Leonid Andréev
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, maio de 2024 ‧
1,90€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
Leonid Andreiev is widely regarded as one of the most talented writers in Russian literature. In his prose, he reflected the influence of A. Chekhov's realism, the fascination with F. Dostoevsky's psychological paradoxes, and a constant obsession with the insignificance of life and the inevitability of death, in the manner of L. Tolstoy. Written in 1909 and dedicated precisely to Tolstoy, "The Seven Who Were Hanged" is considered by many to be Andreiev's best novel. The work masterfully and simply delves into each of the tragedies of seven condemned to death, leading the reader unrelentingly to a revelation, a state of illumination that only the best works of art offer.

The Seven Who Were Hanged And Other Stories

Leonid Andreiev

de Leonid Andréev

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558942634
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 280
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786558942634
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Leonid Andréev

Leonid Andréev (1871-1919), génio louco e revoltado, é um dos autores mais importantes da literatura russa do século XX, famoso por obras como Os Sete Enforcados (1904) e O Riso Vermelho (1908). Leitor voraz de Schopenhauer, Dostoiévski e Nietzsche, estudou Direito em São Petersburgo e Moscovo, e cedo se tornou prisioneiro do álcool e de tendências suicidas. Foi dramaturgo, fotógrafo e militante anticzarista. Laços de amizade uniam-no a Gorki, com quem se desentendeu devido à publicação do conto As Trevas. Legou-nos a sensibilidade desenfreada de uma escrita intrépida, uma obra magistral pautada pelo fatalismo e uma voz premonitória que ecoa na modernidade e nos seus condenados e algozes. Intitulava-se um apóstolo da autoaniquilação, versando como ninguém o caos do mundo e a loucura e as tragédias do seu semelhante. Encarava o terror bolchevique como um mal absoluto e exilou-se na Finlândia, onde morreu só e na penúria. A sua obra foi censurada pelas autoridades soviéticas até ao final da década de 1950.

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