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Strait Is The Gate eBook

André Gide

de André Gide
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, outubro de 2024 ‧
1,49€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
  Strait is the Gate by André Gide is a profound reflection on love, sacrifice, and the quest for spiritual perfection. Published in 1909, this work focuses on the characters Alissa and Jérôme, who share mutual affection from childhood, but whose love is marked by renunciation and suffering. Through this story, Gide explores themes such as emotional repression, the conflicts between desire and morality, and the ways in which religious or philosophical ideals can shape, and sometimes distort, human relationships. The title, Strait is the Gate, references the biblical phrase about the narrow path to salvation, serving as a metaphor for the constant sacrifice Alissa believes is necessary to achieve spiritual transcendence, even if it distances her from earthly happiness. Since its publication, Strait is the Gatehas been valued for its introspective approach and its ability to depict the tensions between body and spirit. The novel invites the reader to reflect on the limits of sacrifice and the true nature of love, posing universal questions about the meaning of renunciation and the purpose of life.

Strait Is The Gate

André Gide

de André Gide

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558944911
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 96
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
eBooks em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9786558944911
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

André Gide

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1947

André Gide (1869-1951) é um dos escritores franceses mais importantes do século XX. Nascido no seio de uma família francesa protestante, Gide cresceu e foi educado sobretudo na Normandia, num grande isolamento social. Desde cedo começou a escrever, tendo publicado o seu primeiro romance em 1891.
Numa viagem ao Norte de África, foi surpreendido por um mundo de liberdade que, dada a sua educação, nunca antes imaginara, acabando por admitir a sua atração pelos corpos saudáveis de rapazes jovens.
Gide travou conhecimento com Oscar Wilde em Paris, em 1895. O autor de O Retrato de Dorian Gray julgou que lhe tinha revelado a sua homossexualidade, mas a avaliar pelos diários do escritor francês sabemos que nessa altura já tinha plena consciência da sua condição. O drama de Gide era, pois, a conciliação entre a sua rigorosa educação protestante com uma liberdade que sentia necessária para assumir a sua sexualidade.
Apesar de ser casado, Gide envolveu-se com um jovem e ambos fugiram para Inglaterra, o que lhe trouxe críticas tanto da França católica, como da França protestante. E se é certo que a sua obra é admirada e tem uma clara influência na formação de jovens escritores como Camus ou Sartre, sempre que Gide abordou a sua orientação sexual, a crítica com afinidades católicas e protestantes não lhe deu tréguas.
Como tradutor, introduziu as obras de Joseph Conrad em França. A sua atividade de crítico e escritor foi contínua, mas acrescentou-lhe uma vertente de defesa dos Direitos Humanos da qual é pioneiro. Por um breve período foi simpatizante dos ideais comunistas, mas, convidado a visitar e a discursar na União Soviética, regressou desiludido com a censura dos seus discursos e o estado geral da cultura no país.
Em 1939 tornou-se o primeiro escritor vivo a ser incluído na famosa coleção Bibliothèque de La Pléiade. Em 1947, recebeu o Nobel de Literatura.
Morreu em 1951. Um ano depois, a Igreja Católica Romana colocou as suas obras no Index Prohibitorum.
A ficção de Gide e os seus escritos autobiográficos estão traduzidos em mais de 40 línguas e o autor é hoje reconhecido não apenas pelo seu génio literário, mas também como uma das primeiras personalidades a assumirem a sua homossexualidade, discutindo abertamente a sua posição com a moralidade vigente.

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