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Reveries Of The Solitary Walker - Rosseau eBook

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, abril de 2025 ‧
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Ebook para wook reader
Reveries of the Solitary Walker, by Jean-Jacques Rousseau, is an intimate and reflective work that gathers a series of meditations written in the final years of his life. Composed of ten "walks" or imaginary strolls, the work portrays a solitary Rousseau, withdrawn from society and devoted to the contemplation of nature, memory, and introspection. Far from the polemical tone of his earlier writings, a melancholic, serene, and philosophical voice prevails here, seeking to understand his place in the world and reconcile with his own existence. Published posthumously, Reveries of the Solitary Walker has been praised for its emotional depth and lyrical style. Rousseau transforms his walks into experiences of self-discovery, where nature acts as both refuge and mirror of the soul. Through his memories, sensations, and thoughts, the work presents the individual as a sensitive being, constantly searching for authenticity and inner harmony. The relevance of this work endures in its powerful defense of subjectivity, chosen solitude, and communion with the natural world. Reveries of the Solitary Walker is a moving testimony to human fragility, but also a celebration of inner freedom and free thought that transcends social judgment.

Reveries Of The Solitary Walker - Rosseau

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9788583864769
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: abril de 2025
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 80
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9788583864769
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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