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Pagan Spain eBook

de Richard Wright
idioma: inglês
Editor: HARPERCOLLINS, maio de 2010 ‧
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Ebook para ADE

A master chronicler of the African-American experience, Richard Wright brilliantly expanded his literary horizons with Pagan Spain, originally published in 1957. An amalgam of expert travel reportage, dramatic monologue, and arresting sociological critique, Pagan Spain serves as a pointed and still-relevant commentary on the grave human dangers of oppression and governmental corruption.

The Spain Richard Wright visited in the mid-twentieth century was not the romantic locale of song and story, but a place of tragic beauty and dangerous contradictions. The portrait he offers in Pagan Spain is a blistering, powerful, yet scrupulously honest depiction of a land and people in turmoil, caught in the strangling dual grip of cruel dictatorship and what Wright saw as an undercurrent of primitive faith. 

Pagan Spain

de Richard Wright

Propriedade Descrição
ISBN: 9780062010599
Editor: HARPERCOLLINS
Data de Lançamento: maio de 2010
Idioma: Inglês
Páginas: 352
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Outros
EAN: 9780062010599
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Richard Wright

Tido por um dos autores afro-americanos mais importantes do século XX, Richard Wright (1908-1960) foi uma figura tutelar para James Baldwin e influenciou escritores como Ralph Ellison e Amiri Baraka. No seu percurso de vida – da infância no Mississípi e nos bairros pobres de Chicago à consagração como intelectual e uma das vozes mais ativas na condenação do racismo nos EUA –, a liberdade e a escrita andaram sempre de mãos dadas. Na sua obra, a representação de figuras violentas aprisionadas pelo sistema racial aliava-se ao desejo de dar voz à raiva contida dos negros, denunciando a sua desumanização. Celebrizou-se com a publicação do romance Native Son (1940), adaptado ao teatro por Orson Welles, de Twelve Million Black Voices (1941), comparado a Let Us Now Praise Famous Men, de James Agee e Walker Evans, e da autobiografia Black Boy (1945). Em 1946, em fuga de uma sociedade abertamente racista que lhe negava a liberdade de ser e de escrever, exilou-se com a família em Paris.

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