España Pagana

de Richard Wright
idioma: espanhol
Editor: Big Sur, setembro de 2022 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL
Venda o seu livro
La España que Richard Wright visitó en 1954 no era el escenario romántico de la canción y la historia, sino un lugar de trágica belleza y peligrosas contradicciones. Como hombre negro en los años cincuenta, castiga a Occidente por su colonialismo e imperialismo, mientras que como intelectual abraza el humanismo secular de la civilización occidental. Sus sentimientos encontrados sobre Occidente se adaptan perfectamente a su análisis de España, un país aliado de Occidente pero también alejado de él. El retrato que ofrece en España pagana es una descripción abrasadora, poderosa, pero escrupulosamente honesta, de una tierra y un pueblo en crisis, atrapados entre las garras estranguladoras de una cruel dictadura y lo que Wright vio como una corriente subterránea de fe primitiva.

España Pagana

de Richard Wright

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412568646
Editor: Big Sur
Data de Lançamento: setembro de 2022
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 378
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Literatura de Viagem
EAN: 9788412568646

SOBRE O AUTOR

Richard Wright

Tido por um dos autores afro-americanos mais importantes do século XX, Richard Wright (1908-1960) foi uma figura tutelar para James Baldwin e influenciou escritores como Ralph Ellison e Amiri Baraka. No seu percurso de vida – da infância no Mississípi e nos bairros pobres de Chicago à consagração como intelectual e uma das vozes mais ativas na condenação do racismo nos EUA –, a liberdade e a escrita andaram sempre de mãos dadas. Na sua obra, a representação de figuras violentas aprisionadas pelo sistema racial aliava-se ao desejo de dar voz à raiva contida dos negros, denunciando a sua desumanização. Celebrizou-se com a publicação do romance Native Son (1940), adaptado ao teatro por Orson Welles, de Twelve Million Black Voices (1941), comparado a Let Us Now Praise Famous Men, de James Agee e Walker Evans, e da autobiografia Black Boy (1945). Em 1946, em fuga de uma sociedade abertamente racista que lhe negava a liberdade de ser e de escrever, exilou-se com a família em Paris.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR