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Óxido eBook

de Gastão Cruz

Livro eBook
editor: Assírio & Alvim, novembro de 2015
Vencedor do prestigiado Prémio PT Literatura 2014, no género poesia, com o livro «"Observação do Verão" seguido de "Fogo"», Gastão Cruz é um dos nossos mais notáveis poetas contemporâneos. «Óxido» é o seu mais recente livro de poesia.


CORDA

Ninguém tem nome: apenas uma escura
corda de sons que prende o corpo e deixa
queimaduras na pele, esse é o preço
de ser nomeado porque o chamamento

de cada vez se torna mais ardente
até ser casa ou roupa ou outra pele
que fere o corpo e finalmente o veste
do nome que é o dele

Óxido

de Gastão Cruz

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-1841-6
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: novembro de 2015
Idioma: Português
Páginas: 64
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Poesia Inédita Portuguesa
Classificação temática: eBooks em Português > Literatura > Poesia
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
Gastão Cruz

Poeta e ensaísta português, Gastão Cruz nasceu em 1941, na cidade de Faro, no Algarve, e licenciou-se pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em Filologia Germânica. Professor do ensino secundário, o autor exerceu paralelamente, entre 1980 e 1986, a carreira de leitor de Português no King's College de Londres e dirigiu, nos anos 70 a 90, após a morte de Carlos Ferreira, o grupo de teatro Teatro Hoje/Teatro da Graça que ajudou a fundar. Traduziu vários textos dramáticos, de autores como Strindberg, Shakespeare e Jean Cocteau. Ainda muito jovem, com apenas 19 anos, Gastão Cruz, manifestando já um grande apego pelo texto poético, publica o seu primeiro livro, A Morte Percutiva, no volume coletivo intitulado Poesia 61, que compila textos de uma plêiade de cinco jovens poetas: Casimiro de Brito, Fiama Hasse Pais Brandão, Luiza Neto Jorge e Maria Teresa Horta. Autor de uma obra muito diversa, publicou, entre outros, os seguintes títulos: A Morte Percutiva; A poesia Portuguesa Hoje, 1973; Campânula, 1978; Orgão de Luzes; Transe (1960-1990); As Pedras Negras, 1995; Poesia Reunida, 1999; Crateras, 2000 que recebeu o Prémio D. Dinis. Faleceu a 20 de março de 2022.

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