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Os Sete Enforcados eBook

Leonid Andreiev

de Leonid Andréev
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, dezembro de 2022 ‧
1,49€
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Ebook para wook reader
Leonid Andreiev é amplamente considerado como um dos mais talentosos escritores da literatura russa. Em sua prosa, ele refletiu a influência do realismo de A. Chekhov, o fascínio pelos paradoxos psicológicos, de F. Dostoiévski, e uma obsessão constante pela insignificância da vida e a inevitabilidade da morte, à maneira de L. Tolstoi. Escrito em 1909 e dedicado justamente a Tolstoi, Os Sete Enforcados é considerado por muitos o melhor romance de Andreiev. A obra penetra com maestria e simplicidade em cada uma das tragédias de sete condenados à morte, conduzindo sem concessões ao leitor a uma revelação, um estado de iluminação que só as melhores obras de arte oferecem.

Os Sete Enforcados

Leonid Andreiev

de Leonid Andréev

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558941767
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: dezembro de 2022
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 280
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786558941767
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Leonid Andréev

Leonid Andréev (1871-1919), génio louco e revoltado, é um dos autores mais importantes da literatura russa do século XX, famoso por obras como Os Sete Enforcados (1904) e O Riso Vermelho (1908). Leitor voraz de Schopenhauer, Dostoiévski e Nietzsche, estudou Direito em São Petersburgo e Moscovo, e cedo se tornou prisioneiro do álcool e de tendências suicidas. Foi dramaturgo, fotógrafo e militante anticzarista. Laços de amizade uniam-no a Gorki, com quem se desentendeu devido à publicação do conto As Trevas. Legou-nos a sensibilidade desenfreada de uma escrita intrépida, uma obra magistral pautada pelo fatalismo e uma voz premonitória que ecoa na modernidade e nos seus condenados e algozes. Intitulava-se um apóstolo da autoaniquilação, versando como ninguém o caos do mundo e a loucura e as tragédias do seu semelhante. Encarava o terror bolchevique como um mal absoluto e exilou-se na Finlândia, onde morreu só e na penúria. A sua obra foi censurada pelas autoridades soviéticas até ao final da década de 1950.

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