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Os Crimes De Amor eBook

de Marquês de Sade
idioma: português do brasil
Editor: L&PM Editores, abril de 2000 ‧
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Ebook para wook reader
O divino marquês, que passou quase metade de sua vida entre prisões e sanatórios, extremado individualista, ateu convicto, capaz de escandalizar gerações e ser censurado um século e meio após sua morte, até mesmo ele teve seu momento de fraqueza. Pois o Sade dessas novelas acaba capitulando diante de uma idéia que combatia obsessivamente – o amor. Eis o verdadeiro Sade clandestino, aquele que observa as convulsões dos sentimentos, em vez dos desregramentos dos sentidos. Nem por isso deixou de ser criminoso – só que, aqui, são crimes cometidos por amor, não meramente por prazer. A Condessa de Sancerre e Dorgeville, dois dos personagens destas quatro novelas, continuam devassos, mas, ao contrário do que ocorre em Justine, sua devasidão é ditada por um certo enternecimento. O Sade de Os crimes do amor segue à risca os conselhos que prescreve e se ocupa em "pintar os homens tais como são". E já que os homens, tais como parecem ser, não são perfeitamente sádicos, é-lhes permitido alguns deslizes, como enamorar-se. Aparentemente, Os crimes do amor podem soar mais ligeiros em termos da contabilidade de perversões e atrocidades. Mas o compromisso com o vício é ainda maior. Porque a indecência do marquês, nessas novelas, vem do fundo do coração.

Os Crimes De Amor

de Marquês de Sade

Propriedade Descrição
ISBN: 9788525421371
Editor: L&PM Editores
Data de Lançamento: abril de 2000
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 216
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Romance
EAN: 9788525421371
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Marquês de Sade

Escritor francês (1740-1814), a sua obra só viria a ser revalorizada no início do século, com Apollinaire e os surrealistas. Em Sade, o Surrealismo descobriu o reivindicador de uma liberdade total face à sociedade. De salientar os romances Cent Vingt Journées de Sodome (Cento e Vinte Dias de Sodoma, 1782-1785), Justine ou les Malheurs de la vertue (Justina ou as Infelicidades da Virtude, 1791), Philosophie dans le Boudoir (1795) e L'Histoire de Juliette et sa sœur (1797), em que às cenas de libertinagem se assimila uma peculiar forma de reflexão filosófica.

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