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Onde Estou? eBook

Lições Do Confinamento Para Uso Dos Terrestres

de Bruno Latour
idioma: português do brasil
Editor: Bazar do Tempo, setembro de 2021 ‧
7,49€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
A experiência da pandemia e do confinamento atingiu duramente a todas e a todos, tanto no nível individual quanto no coletivo. Os Estados, assim como os indivíduos, esperam avidamente o retorno do "mundo de antes". Há, no entanto, uma outra maneira de encarar esse desafio global e tirar dele importantes lições, ao menos para aqueles que podemos chamar "terrestres", que entendem que a crise sanitária faz parte de uma outra crise, ainda mais grave, e que há uma chance a ser aproveitada neste momento: compreender, enfim, onde estão, em que terra eles poderão se envolver, e não mais se desenvolver. Seguindo as ideias apresentadas em seu livro anterior, Onde aterrar? Como se orientar politicamente no Antropoceno, o filósofo e antropólogo francês Bruno Latour, um dos mais instigantes pensadores da atualidade, reflete sobre a urgência de pensarmos o mundo que vamos habitar e convida a conhecer mais profundamente a sua análise essencial sobre o Novo Regime Climático.

Onde Estou?

Lições Do Confinamento Para Uso Dos Terrestres

de Bruno Latour

Propriedade Descrição
ISBN: 9786586719680
Editor: Bazar do Tempo
Data de Lançamento: setembro de 2021
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 176
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: #Mundojunto
Classificação Temática: eBooks em Português > Ciências Exatas e Naturais > Ecologia
EAN: 9786586719680
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Bruno Latour

Bruno Latour (1947-2022) foi um filósofo, sociólogo e antropólogo francês, conhecido pelos seus estudos de ciência, tecnologia e sociedade; propôs uma "antropologia simétrica" da modernidade de modo a aproximar metodologicamente etnografias realizadas em sociedades ditas tradicionais e aquelas empreendidas em locais de produção científica, como os laboratórios. Latour propôs também uma descrição simétrica dos modos de ação de seres humanos e não humanos na composição do mundo – o que o tornou um reconhecido pensador ecológico. Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica (1991) apresenta uma abordagem etnográfica das práticas científicas que permite o autor formular críticas aos divisores natureza e cultura, indivíduo e sociedade, sujeito e objeto, racionalidade e poder, ciência e sociedade – fundamentais para o pensamento moderno oficial. Porém, a etnografia nos recintos de produção científica revela como essas oposições não se sustentam nas suas práticas quotidianas, o que Latour caracteriza como "o carácter oficioso" da modernidade. Neste seu conhecido manifesto, defendeu que a antropologia poderia dissolver a cisão entre os "modernos" e os "outros" ao voltar-se para o "centro", aos locais onde a autoridade, a verdade e os fatos científicos são geridos.

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