O Tempo Avança por Sílabas eBook
SINOPSE
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897225970 |
| Editor: | Quetzal Editores |
| Data de Lançamento: | março de 2019 |
| Páginas: | 160 |
| Tipo de produto: | eBook |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
eBooks em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789897225970 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Depois do modernismo
José Fernando Guimarães
O modernismo português centrou-se na revista Orpheu. E se Pessoa, o Pessoa ortónimo, é, por vezes, um poeta simbolista, Mário de Sá-Carneiro é, a par das Odes Marítima e Triunfal de Álvaro de Campos, o rasgar de um futurismo que Santa Rita-Pintor e Almada viveram - e de que a revista Portugal Futurista foi eco (Pessoa, com Pauis, abraça também o futurismo). É evidente que as poéticas posteriores, tirando, como Eduardo Lourenço lhe chamou, a "contra-revolução" da Presença (Régio, Casais Monteiro, Gaspar Simões, etc), ou os três momentos do neo-realismo (há, no primeiro momento, um poeta a reter: Carlos de Oliveira), ou as poéticas passadas (romantismo (Herculano, Garrett), decadentismo (Gomes Leal), simbolismo (Nobre, Pessanha), saudosismo (Pascoaes)) estabelecem linhas de encontro com a modernidade que Pessoa, via Campos, resume ao considerar o poema um animal, ou seja, o poema é alheio à subjectividade e é signo, metáfora, linguagem. O pós-modernismo, nascido entre os anos 1970 e 1980 (Franco Alexandre, Júdice, Fernandes Jorge, Joaquim Manuel Magalhães, Manuel António Pina (com Slim da Silva), Al Berto, Agostinho Baptista, Helder Moura Pereira, Luís Miguel Nava, etc) é o repescar da subjectividade, da discursividade, do quotidiano. Ora, é nessa linhagem que se insere a poesia de João Luís Barreto Guimarães, que dialoga com a de um Manuel Resende ou com alguma de Daniel Maia Pinto.
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
eBook10%PoesiaAssírio & Alvim29,99€ 10% CARTÃO