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O Homem Que Era Quinta Feira - Chesterton eBook

de G.K. Chesterton
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, setembro de 2020 ‧
1,49€
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Ebook para wook reader
Gilbert Keith Chesterton (1874 - 1936) foi um crítico social e literário inglês, autor de versos, ensaios, romances e contos. Sua obra mais emblemática foi; O Homem que Era Quinta Feira. A narrativa se passa no final do século XIX em um contexto repleto de conspirações anarquistas e mistérios que envolvem enigmas teológicos, livre arbítrio e a existência do mal sob a forma do irracional. O protagonista é o detetive Gabriel Syme, um poeta empenhado na luta contra o caos, que foi recrutado pela seção contra-anarquista da Scotland Yard. O Homem que era Quinta Feira foi publicado com enorme sucesso em 1908. É um romance filosófico repleto de ação, aventura e suspense que encanta até hoje os seus leitores, apresentados a paradoxos e reflexões morais e teológicas que os fazem se questionar a cada capítulo.

O Homem Que Era Quinta Feira - Chesterton

de G.K. Chesterton

Propriedade Descrição
ISBN: 9786587921624
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: setembro de 2020
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 128
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9786587921624
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

G.K. Chesterton

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936) nasceu em Londres e frequentou a escola de arte do University College London. Em 1900 foi convidado a contribuir com artigos de crítica de arte, e a partir daí tornou-se um dos escritores mais prolíficos de todos os tempos. Escreveu cerca de uma centena de livros, centenas de poemas, cinco peças de teatro, cinco romances e cerca de 200 contos, muitos dos quais incluem o popular padre detetive, Padre Brown. Ainda assim, considerava-se, antes de mais, jornalista: escreveu mais de 4000 ensaios para jornais e também editou o seu próprio jornal, G.K.’s Weekly. Escrevia com à-vontade nas áreas de crítica literária e social, história, política, economia, filosofia e teologia. É frequentemente chamado de «príncipe do paradoxo».

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