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O Cortiço eBook

de Aluísio Azevedo
idioma: português do brasil
Editor: e-galáxia, outubro de 2017 ‧
1,99€
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Ebook para wook reader
Publicado em 1890, O Cortiço, de Aluísio Azevedo, é um romance consagrado na literatura brasileira, considerado pelos estudiosos como o ápice do naturalismo no país. Nele, o leitor identifica uma narrativa que se traduz, conceitualmente, na experimentação, ou seja, um romance construído como instrumento de elaboração de teorias sobre um ambiente e as personagens que nele habitam, estabelecendo leis biológicas para o desenvolvimento das ações submetidas às determinações do meio. A coleção CLÁSSICOS DA LITERATURA deseja tornar disponíveis obras representativas das literaturas de língua portuguesa. Leitores interessados, professores e estudantes encontrarão aqui textos cuidadosamente estabelecidos acompanhados de rico aparato crítico. Recurso essencial para a sala de aula ou para aqueles que desejam conhecer melhor nossa literatura, cada exemplar está organizado da seguinte maneira: 1. Introdução ao autor e à obra. 2. Texto estabelecido com base nas primeiras edições e em estudos recentes, com prefácios, posfácios e notas do autor. 3. Análise crítica da obra. 4. Glossário: dicionário eletrônico facilmente acessado por meio de um clique sobre as palavras do texto.

O Cortiço

de Aluísio Azevedo

Propriedade Descrição
ISBN: 9788584741915
Editor: e-galáxia
Data de Lançamento: outubro de 2017
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 224
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Coleção: Clássicos Da Literatura
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9788584741915
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Aluísio Azevedo

Aluísio Tancredo Gonçalves Azevedo nasceu em São Luís do Maranhão, no dia 14 de abril de 1857, filho do português David Gonçalves de Azevedo e de Emília Amália Pinto de Magalhães. Era o segundo filho do casal, nascendo depois do mais velho, Artur Azevedo, e antes de Américo Azevedo. Aluísio Azevedo fez seus primeiros estudos de pintura com o professor italiano Domingos Tribuzzi na cidade natal. Alimentava o sonho de prosseguir a formação na Academia Imperial de Belas Artes, para tornar-se pintor profissional. Em 1876 mudou-se para o Rio de Janeiro, a fim de frequentar o curso preparatório, mas viu esse sonho frustrado por falta de recursos financeiros. Passou a trabalhar na redação de periódicos humorísticos, tais como O Fígaro (1876), Mequetrefe (1877) e Comédia Popular (1878) para os quais realizou várias caricaturas. A morte do pai, em 1878, obrigou o jovem Aluísio a retornar para o lado da mãe, em São Luís do Maranhão. Permaneceu na província por três anos, participando da imprensa local. Lançou a folha O Pensador, de tendência nitidamente oposicionista, na qual fez fervorosa campanha anticlerical e redigiu matérias a favor da abolição da escravatura. Sua estreia como romancista ocorreu nessa fase ao escrever o livro Uma lágrima de Mulher (1879), a que se seguiu o lançamento de O Mulato (1880), cuja repercussão na cidade o conduziu de volta à corte, em 1881. Estando novamente no Rio de Janeiro, procurou ganhar a vida como escritor profissional. Redigiu contos, crônicas, peças de teatro e romances que divulgou em forma de folhetins nos órgãos da imprensa. Apesar da fertilidade criativa, a veia do romancista ganhou força para alçar voos mais elevados a partir dos bons resultados que os livros Casa de Pensão (1884), O Homem (1887) e, sobretudo, O Cortiço (1890) obtiveram ao enfrentarem debates importantes da vida social brasileira daquela época.

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