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O Cortiço eBook

Aluísio Azevedo

de Aluísio Azevedo
idioma: português do brasil
Editor: Lebooks Editora, agosto de 2023 ‧
1,90€
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Ebook para wook reader
Aluísio Azevedo (1857-1913), um dos nomes mais proeminentes da literatura brasileira do século XIX, e deixou um legado literário marcante. Sua obra  mais icônicas e impactante é "O Cortiço". Publicado em 1890, o romance oferece um retrato cru e realista da vida nas habitações coletivas do Rio de Janeiro do século XIX, conhecidas como cortiços.  Azevedo mergulha profundamente na vida dos personagens e nas complexas relações sociais, proporcionando aos leitores uma visão perspicaz da sociedade da época.  A trama se desenrola em torno do cortiço de João Romão, um imigrante português ambicioso que se torna proprietário de uma hospedaria e transforma-a em um próspero cortiço. O local abriga uma miríade de personagens, cada um representando diferentes estratos sociais e origens. "O Cortiço" foi uma obra revolucionária em sua época, desafiando as normas literárias ao explorar temas como a sexualidade, a marginalização social e a exploração. A reação da crítica e do público foi variada, mas a obra rapidamente ganhou reconhecimento por sua abordagem franca e realista. Hoje, é amplamente estudada e celebrada como uma das principais representações da literatura realista brasileira.

O Cortiço

Aluísio Azevedo

de Aluísio Azevedo

Propriedade Descrição
ISBN: 9786558944553
Editor: Lebooks Editora
Data de Lançamento: agosto de 2023
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 196
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
EAN: 9786558944553
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Aluísio Azevedo

Aluísio Tancredo Gonçalves Azevedo nasceu em São Luís do Maranhão, no dia 14 de abril de 1857, filho do português David Gonçalves de Azevedo e de Emília Amália Pinto de Magalhães. Era o segundo filho do casal, nascendo depois do mais velho, Artur Azevedo, e antes de Américo Azevedo. Aluísio Azevedo fez seus primeiros estudos de pintura com o professor italiano Domingos Tribuzzi na cidade natal. Alimentava o sonho de prosseguir a formação na Academia Imperial de Belas Artes, para tornar-se pintor profissional. Em 1876 mudou-se para o Rio de Janeiro, a fim de frequentar o curso preparatório, mas viu esse sonho frustrado por falta de recursos financeiros. Passou a trabalhar na redação de periódicos humorísticos, tais como O Fígaro (1876), Mequetrefe (1877) e Comédia Popular (1878) para os quais realizou várias caricaturas. A morte do pai, em 1878, obrigou o jovem Aluísio a retornar para o lado da mãe, em São Luís do Maranhão. Permaneceu na província por três anos, participando da imprensa local. Lançou a folha O Pensador, de tendência nitidamente oposicionista, na qual fez fervorosa campanha anticlerical e redigiu matérias a favor da abolição da escravatura. Sua estreia como romancista ocorreu nessa fase ao escrever o livro Uma lágrima de Mulher (1879), a que se seguiu o lançamento de O Mulato (1880), cuja repercussão na cidade o conduziu de volta à corte, em 1881. Estando novamente no Rio de Janeiro, procurou ganhar a vida como escritor profissional. Redigiu contos, crônicas, peças de teatro e romances que divulgou em forma de folhetins nos órgãos da imprensa. Apesar da fertilidade criativa, a veia do romancista ganhou força para alçar voos mais elevados a partir dos bons resultados que os livros Casa de Pensão (1884), O Homem (1887) e, sobretudo, O Cortiço (1890) obtiveram ao enfrentarem debates importantes da vida social brasileira daquela época.

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