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O Banquete eBook

de Mário de Andrade
idioma: português do brasil
Editor: Lenus Editora, novembro de 2024 ‧
4,49€
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DISPONIBILIDADE IMEDIATA
Ebook para wook reader
O que acontece à mesa além do comer? Quando se reúnem pessoas, comer pode ser um pretexto para negociar, criticar, pedir ou mesmo para conhecer melhor o outro com quem se partilha os alimentos e as bebidas. Em "O Banquete", o autor faz uso da comida do cardápio como ponto para descrever a personalidade da anfitriã e dos seus convidados que participam do evento. No desenvolvimento do texto, a narração é complementada pelo diálogo afiado entre as personalidades – marcado por semelhanças com o modelo platônico, daí a escolha do título. Eles debatem sobre assuntos diversos, tendo algumas vezes, o coquetel, o vinho, a salada e outros elementos do cardápio como tema por meio dos quais expõem opiniões, palpites, preconceitos e reafirmam o posicionamento social de cada um. O leitor tem aqui o encontro com uma obra inacabada de Mário de Andrade – infelizmente ele faleceu antes de terminar os últimos capítulos –, cuja edição preserva a ortografia original que não foi revisada pelo autor. No "banquete" de Mário, o conteúdo é também suficiente para demonstrar o ambiente político-social, além da linguagem de uma época que já viveram muitos brasileiros.

O Banquete

de Mário de Andrade

Propriedade Descrição
ISBN: 9786598188849
Editor: Lenus Editora
Data de Lançamento: novembro de 2024
Idioma: Português do Brasil
Páginas: 128
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Gastronomia e Vinhos > Culinária
EAN: 9786598188849
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

SOBRE O AUTOR

Mário de Andrade

Mário de Andrade nasceu em São Paulo, a 9 de outubro de 1893.

Formou-se em piano pelo Conservatório de Música de São Paulo, onde viria a lecionar por quase duas décadas. No mesmo ano, 1917, publicou o primeiro livro de poesia, Há uma gota de sangue em cada poema, sob o pseudónimo de Mário Sobral. Iniciou também uma colaboração constante em jornais e revistas, publicando poemas e críticas de literatura, artes plásticas, música e cinema.

Foi ainda por esta altura que tomou contacto com o Modernismo, vindo a ser o fundador e um dos principais autores do Movimento Modernista brasileiro, que procurava romper com os formalismos estéticos e encontrar uma linguagem nacional, própria, promovendo a integração do homem brasileiro com a sua terra. Em 1922, Mário de Andrade publicou Pauliceia Desvairada, o primeiro livro de poesia do Modernismo brasileiro.

Homem de variados interesses, Mário de Andrade foi também um importante investigador do folclore brasileiro, realizando, ao longo da vida, diversas «viagens etnográficas», com o objetivo de estudar a cultura de cada região, que depois incorporava nas suas obras.

Mário de Andrade exerceu diversos cargos públicos ligados à cultura e criou, em 1939, a Sociedade de Etnologia e Folclore de São Paulo, que veio a presidir.
Manteve uma volumosa e ininterrupta correspondência com autores como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Fernando Sabino, e outros.

Mário de Andrade morreu na sua casa em São Paulo, a 25 de fevereiro de 1945, vítima de enfarte do miocárdio.
Por ter mantido uma posição crítica do Estado Novo de Getúlio Vargas, a morte do poeta foi oficialmente ignorada.

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