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O Amor Não Morre eBook

de Cláudio Ramos
Livro eBook
Editor: Alma dos Livros, março de 2026 ‧
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Um grande amor pode tornar-se pequeno ou ser pequeno de raiz, porque os amores não são iguais, mas achar que um pequeno amor é melhor que amor nenhum é um erro. Cria espaço para a fragilidade excessiva, que pode dar lugar ao abuso e à agressão.

O amor, independentemente do seu tamanho, tem de ser amor ainda que tenha arestas, e pode nascer numa aplicação de encontros, numa corrida de táxi, no balcão de uma taberna e, sem preconceito, ser igual ao amor que se encontra numa biblioteca ou nas sombras de uma festa de sábado à noite.

À noite, quando se fica sozinho, é quando há mais tempo e espaço para se pensar no que serão os dias que se seguem, porque de repente o amor que era grande saiu a correr para um sítio qualquer, deixando um lugar frio e vazio.

Foi-se embora sem bater com a porta, deixando-a encostada. Nesse espaço entreaberto passaram a viver a esperança de que volte e o medo de que a porta se feche de vez.

Entre estas dúvidas nasce a pergunta: esperar ou esquecer?

O Amor Não Morre

de Cláudio Ramos

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895706228
Editor: Alma dos Livros
Data de Lançamento: março de 2026
Idioma: Português
Páginas: 376
Tipo de produto: eBook
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Português > Literatura > Ficção
EAN: 9789895706228
Acessibilidade: Ver características de acessibilidade indicadas pelo editor

Um romance com identificação

Ricardo Trindade, O Informador

O Amor na sua plenitude, sem fórmulas estabelecidas para ser vivido, sem rodeios e com muitos contrastes. É assim que Cláudio Ramos entrega ao leitor O Amor Não Morre, um romance com cinco histórias intercaladas entre si onde a descoberta da partilha de emoções vai acontecendo entre momentos de solidão, raiva, revolta, dor e amor próprio. Neste livro fui convidado a conhecer Eva, uma escritora desgostosa após o término do seu casamento. Solitária e fechada dentro do seu mundo, esta mulher apaixona-se pelo desconhecido vizinho do prédio da frente sem nunca sequer terem trocado uma palavra. Tudo mera ilusão, vontade de ocupar o vazio até ao momento em que um final trágico acontece. Também conhecemos Lúcia, a empregada de Eva, e o seu Américo. Do Alentejo para a capital, este casal está com anos em cima, vivem perante rotinas e com poucas falas, até que Lúcia percebe que não é a única mulher na vida de Américo. Percebe tarde o que não quis admitir antes? Joana é a outra, a mulher deixada com um filho nos braços, com empregos múltiplos para se sustentarem, deixando-se levar pelas cantigas de Américo, um homem que com o tempo se mostra possessivo e machista, vivendo uma relação tóxica onde o controlo e a violência tomam lugar quando Joana deixa de ser a outra para passar a ser a mulher após Lúcia abandonar o seu marido. Pelo meio é possível conhecer Carlos e Bruno, um antigo casal que se volta a encontrar um bom tempo depois revivendo a mágoa de um dos lados pelo abandono que lhe foi causado. Por fim, Marta e Pedro, este filho de Joana. Este casal tem na diferença de idades o seu destaque, mas não vencerá o real sentimento perante o estigma dos anos que os separam? Solidão, comodismo, violência, esperança e verdade, são estes os cinco pontos centrais que destaco nestas histórias de amor que Cláudio Ramos criou para este seu romance, O Amor Não Morre. O curioso disto tudo, e não é a primeira que o sinto, é a identificação que sinto com a escrita do Cláudio, lendo cada página como se tivesse saído do meu pensamento. É algo estranho que não consigo explicar, mas que ao ler me identifico bastante com cada pensamento, cada frase e forma de expressão, disso tenho a certeza. Se terei o mesmo estilo do Cláudio enquanto autor? Um dia acredito que me irei colocar na frente do teclado e perceberei com quem me quiser ler se tenho razão com este sentimento de semelhança difícil de ser explicado.

Simplesmente soberbo

CARLA FERRAZ

Um livro que se lê rápido, mas que fica a ecoar depois. Não é só sobre amor romântico, é sobre crescimento, sobre perceber o nosso valor e, acima de tudo, sobre não aceitar menos do que merecemos. E acho mesmo que é um daqueles livros que aparece na altura certa, especialmente quando estamos mais sensíveis ou a tentar perceber o que sentimos. Recomendo mesmo muito, principalmente para quem gosta de leituras mais emocionais e reais. É daqueles livros que não parecem só um livro parecem um desabafo.

SOBRE O AUTOR

Cláudio Ramos

Cláudio Ramos nasceu a 11 de novembro de 1973, às sete da manhã, na sua casa de Luanda, de onde sairia com um ano para se apaixonar para sempre pelo Alentejo e pelas suas gentes. O Alentejo é o lugar que mantém como seu há cinquenta anos e de onde faz questão de nunca abalar.
Comunicador nato, estreou-se na televisão em 1999, de onde nunca mais saiu, fazendo disso a sua atividade profissional. Antes, passou pela rádio, pela imprensa escrita, pelo mundo da publicidade e foi um dos pioneiros no mundo da blogosfera em Portugal.
A escrita é uma das suas camadas na forma de comunicar, vê nisso a possibilidade de se descobrir, de dar mais a quem o segue e de se ir revelando aos olhos dos outros com as histórias que cria e desenvolve como se fossem filhos, tal é o apego que lhes tem.

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